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Bancada gaúcha pede a Davi ajuda para reverter contingenciamento no ensino superior

O grupo pediu que o presidente do Senado faça a interlocução junto ao governo federal para reverter o contingenciamento anunciado no orçamento do ensino superior.
22/05/2019 18:31
Bancada gaúcha pede a Davi ajuda para reverter contingenciamento no ensino superior

Bancada gaúcha pede a Davi ajuda para reverter contingenciamento no ensino superior. Foto: Marcos Brandão

Nesta quarta-feira (22), o presidente do Senado Federal (Democratas-AP), recebeu os senadores Paulo Paim (PT-RS) e Lasier Martins (PODE-RS), deputados federais e estaduais do Rio Grande Sul, além de reitores de universidades e institutos federais gaúchos representados pelo reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rui Vicente Oppermann, e pela reitora do Instituto Federal Farroupilha, Carla Jardim.

O grupo pediu que o presidente do Senado faça a interlocução junto ao governo federal para reverter o contingenciamento anunciado no orçamento do ensino superior. A comunidade acadêmica argumenta que, se não houver o desbloqueio, as instituições fecharão as portas, já no próximo semestre, sem conseguirem arcar com os custos de sua manutenção.

O presidente do Senado disse que vai ajudar na interlocução junto ao Executivo e comunicou que pretende ponderar com o governo federal para que recomponha o orçamento das universidades a partir do momento que os parlamentares conseguirem aliviar o caixa da União ao aprovarem o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 4/2019, que autoriza o Executivo, por meio de operações de crédito, a quitar R$ 248,9 bilhões em despesas correntes.

“Aqui é o Parlamento, onde que nós temos que conversar e fazer com que essa Casa seja a ressonância dos desejos da sociedade. Ninguém pode ir contra uma decisão de um governo, que já foi feito em vários governos, de contingenciar seu recurso por um motivo ou outro. Mas a gente precisa buscar um caminho. Não é possível as universidades perderem sua capacidade de investimento, de buscar mais conhecimento, mais pesquisa e mais tecnologia”, defendeu Davi.