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“O Parlamento está antenado com a vontade popular”, diz Davi em reunião com Paulo Guedes e Rodrigo Maia

Nesta segunda-feira (5), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Democratas-AP), promoveu um almoço, na residência oficial, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (Democratas-RJ).
05/08/2019 17:45

Nesta segunda-feira (5), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Democratas-AP), promoveu um almoço, na residência oficial, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (Democratas-RJ). Eles fizeram um balanço positivo das atividades do primeiro semestre e definiram como prioridade, para o retorno dos trabalhos legislativos, as reformas da Previdência e Tributária e propostas para reformulação do Pacto Federativo.

“O governo central e o Parlamento brasileiro precisam estar antenados e conectados com a vontade popular. E esse almoço e reunião de trabalho promovido por mim, como presidente do Congresso Nacional, é a demonstração clara que nós estamos juntos em torno de causas que são de Estado brasileiro, de uma nação e não de um governo”, declarou Davi Alcolumbre.

Diante das diferentes matérias em votação na Câmara e no Senado sobre a Reforma Tributária e reconhecendo que o Executivo também tem a própria sugestão para simplificar o sistema de arrecadação nacional, o presidente do Senado disse que o diálogo será o caminho para que os parlamentares votem um texto de consenso.

“O governo, o Senado e a Câmara dos Deputados, esse foi o pacto estabelecido, discutirão esse texto [da Reforma Tributária], aprimorarão esse texto, para a gente fazer uma reforma que possa, de fato, simplificar e desburocratizar essa estrutura de arrecadação de impostos e encargos do governo federal, dos governos estaduais e dos governos municipais”, explicou Davi.

Segundo o presidente, novas regras para o pacto Federativo, que define as relações entre a União e os entes federados, continuará como prioridade do Senado, que deverá liderar o debate em torno da questão.

“O Senado federal, como Casa da Federação, vai pilotar esse processo do Pacto Federativo, que é a desvinculação dos recursos do governo central para os estados e os municípios, onde cada um terá condições de cumprir com suas obrigações”, afirmou Davi Alcolumbre.