23/06/2020
Pesquisa: Coronavírus
Maioria apoia projetos de lei que protegem pessoas com deficiência durante a pandemia

O Senado Federal já analisou e votou mais de quarenta propostas de lei com objetivo de minimizar os efeitos da Covid-19 no país. Para subsidiar o trabalho parlamentar e auxiliar na definição de prioridades, o Instituto DataSenado realiza rodadas frequentes de pesquisas de opinião. Entre os dias 27 e 29 de maio, foram entrevistados por telefone 1.200 brasileiros com mais de 16 anos, em amostra representativa da opinião da população brasileira.

Maioria apoia projetos de lei que protegem pessoas com deficiência durante a pandemia

Os resultados da última pesquisa realizada pelo DataSenado mostram que os brasileiros concordam com projetos de lei, de autoria da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), que aumentam a proteção de pessoas com deficiência durante a crise provocada pela Covid-19.

PL 2.288/2020, que torna obrigatória a elaboração de planos emergenciais de proteção dos segmentos mais vulneráveis da população, como pessoas com deficiência, idosos e moradores de áreas carentes, tem apoio de 97% dos brasileiros.

 

 

A maioria, 86%, também concorda com o PL 2.178/2020, que prevê a oferta de transporte separado para cuidadores de pessoas enquanto durar a pandemia. Esse projeto foi aprovado pelo Senado Federal no dia 26 de maio e aguarda deliberação da Câmara dos Deputados.

 

 

A senadora também enviou uma sugestão ao Ministério da Cidadania (INS 25/2020) para garantir o acolhimento de pessoas com deficiência cujos cuidadores tenham sido diagnosticados com coronavírus. Essa proposta tem o apoio de 9 em cada 10 brasileiros.

 

 

 

As amostras do DataSenado são totalmente probabilísticas. Nas entrevistas são feitas perguntas que permitem estimar a margem de erro para cada um dos resultados aqui divulgados, calculados com nível de confiança de 95% (Anexo 1). Dessa forma, não existe uma única margem de erro para toda a pesquisa (aproximação usual em pesquisas que não são totalmente probabilísticas). As entrevistas foram distribuídas por todas as unidades da Federação, por meio de ligações para telefones fixos e móveis, com alocação proporcional à população de cada UF.