06/08/2018
Combate ao tabagismo
Proposta que amplia ações de combate ao fumo tem apoio de participantes de enquete

Sete em cada dez internautas que participaram da última enquete promovida pelo DataSenado defenderam a proibição de que empresas de cigarros ou similares façam propagandas e ações comerciais, como patrocínio de eventos. A medida faz parte do projeto de lei 769/2015, que propõe novas restrições à produção, apresentação e comercialização de fumígenos.

 

 

A proibição do uso de aditivos para dar sabor e aroma a cigarros, cachimbos e similares também recebeu apoio de mais da metade dos participantes (63%), enquanto 31% discordaram da restrição e 7% não souberam ou preferiram não responder.

 

 

Em relação à comercialização, 66% apoiaram a proibição do uso de máquinas automáticas na venda de cigarros e similares e 63% defenderam que a exposição desses produtos seja proibida. A rejeição às duas restrições foi manifestada por cerca de um terço dos participantes.

 

 

O PLS 769/2015 propõe um aumento no espaço ocupado por imagens e mensagens de advertência nas embalagens de cigarros. Questionados sobre esse assunto, 56% dos respondentes defenderam que uma embalagem padronizada, contendo mais imagens e mensagens de advertência do que atualmente, contribui para o combate ao tabagismo. Por outro lado, 43% discordaram e 1% não soube ou preferiu não responder.

 

 

Além disso, 68% dos participantes manifestaram apoio ao enquadramento do ato de fumar em veículos quando houver passageiros menores de dezoito anos como infração de trânsito gravíssima, enquanto 29% manifestaram rejeição à proposta, incluída no PLS 769/2015.

 

 

A enquete ficou disponível no portal do Senado na internet entre os dias 2 e 31 de julho de 2018. Neste período, recebeu 228 respostas.

Arquivos relacionados:
Tabagismo no Brasil

Os resultados refletem a opinião dos que participaram da enquete no portal do Senado Federal. Os números não representam a opinião da totalidade da população brasileira.