11/05/2026

Proibição de alimentos ultraprocessados em cantinas escolares

Concordância com o Projeto

A maioria dos respondentes concorda com a proibição da venda de alimentos ultraprocessados em cantinas escolares da educação básica, ensino fundamental e ensino médio (23% assinalaram que concordam e 48% que concordam totalmente). Além disso, 72% acreditam que a venda de alimentos ultraprocessados em cantinas escolares contribui para o aumento da obesidade infantil no Brasil, e para 66% a proibição da venda destes alimentos contribuiria para reduzir as desigualdades em saúde entre crianças de diferentes classes sociais.

 

Motivos das Discordâncias

Para 30%, os critérios para a definição de quais alimentos podem ser considerados ultraprocessados ainda não são suficientemente claros, para serem aplicados em uma lei. Além disso, 41% acreditam que uma proibição como essa, na prática, seria muito difícil de ser fiscalizada.

 

Pontos de Destaque

Liberdade de escolha e preservação de direitos: 36% afirmam que a decisão sobre o que os filhos devem comer na escola cabe aos pais, e não ao governo.
Impacto sobre a economia: apenas 26% assinalaram que a proibição da venda de alimentos ultraprocessados nas escolas prejudicaria financeiramente as cantinas escolares e seus funcionários.
Impacto sobre a infância e adolescência: para a ampla maioria (80%), a proibição da venda de ultraprocessados contribui para a formação de hábitos alimentares saudáveis na infância.