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Energia no Brasil: alternativas e cenários futuros

O DataSenado realiza pesquisa nacional inédita, em parceria com a Universidade de Columbia, dos EUA, que revelou um brasileiro tão consciente e preocupado com o meio ambiente que prefere até a pagar mais na conta de luz para ter energia limpa, como a eólica e a solar, por exemplo.
23/04/2015 00:00
Energia no Brasil: alternativas e cenários futuros

Foto: www.pixabay.com

Parceria do DataSenado com a Universidade de Columbia revela atenção e extrema preocupação dos brasileiros com a questão energética no país.

Investir em energias alternativas? Optar por fontes baratas, mas poluentes? Aumentar a conta de luz, para regular o consumo? Como e que energia consumir sem degradar o meio ambiente?

O DataSenado responde essas e outras perguntas em pesquisa nacional inédita, feita em parceria com a Universidade de Columbia, dos EUA, que revelou um brasileiro tão consciente e preocupado com a degradação do meio ambiente que prefere até a pagar mais na conta de luz para ter energia limpa, como a eólica e a solar, por exemplo.

A maioria dos pesquisados manifestaram “muita” preocupação com a poluição do ar – 88% - e com as mudanças climáticas - 86%. Atentos ao futuro do planeta, 85% dos entrevistados também defendem mais e melhores investimentos do Estado em fontes alternativas de energia.

A pesquisa coletou opiniões de 1.166 brasileiros maiores de 16 anos e com acesso à telefonia fixa, em todo o território nacional, sobre políticas energéticas adotadas no país, além de investigar as percepções da população sobre inovações tecnológicas e a atuação do Estado na área. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro admitida é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Um dos pontos averiguados foi que simplesmente aumentar a conta de luz não é a solução para economizar energia: 79% discordaram do aumento da conta para o brasileiro e 55%, para as indústrias. No entanto, as medidas para incentivar o uso de tecnologias que ajudem a economizar e evitar desperdício, mesmo que mais caras, receberam concordância da maioria dos participantes.

Também constatou-se que 65% discordam de mais investimentos em usinas nucleares, 56% apoiam mais investimentos em hidrelétricas 77% manifestaram concordância com o financiamento de energia solar e eólica com dinheiro de impostos.