Consulta Pública
O que é
O projeto propõe alterar a Lei Orgânica do Ministério Público da União, a Lei Orgânica do Ministério Público e o Código de Processo Penal para garantir que, nas sessões do Tribunal do Júri, as partes (acusação e defesa) fiquem posicionadas no mesmo plano e equidistantes em relação ao juiz. A proposta visa assegurar a paridade de armas, ou seja, igualdade de condições entre as partes durante o julgamento.
O que diz o autor
As possíveis consequências desse projeto são diversas:
- Para os advogados de defesa, haverá uma percepção de maior igualdade e imparcialidade no julgamento, o que pode fortalecer a confiança no sistema judiciário.
- Para os representantes do Ministério Público, a mudança pode exigir adaptações na forma de atuação durante as sessões do Tribunal do Júri.
- Para os jurados, a nova disposição pode influenciar a percepção de neutralidade e justiça, potencialmente impactando suas decisões.
- Para o sistema judiciário, a implementação da proposta pode demandar ajustes logísticos e estruturais nos tribunais para acomodar a nova disposição das partes.
- Para os advogados de defesa, haverá uma percepção de maior igualdade e imparcialidade no julgamento, o que pode fortalecer a confiança no sistema judiciário.
- Para os representantes do Ministério Público, a mudança pode exigir adaptações na forma de atuação durante as sessões do Tribunal do Júri.
- Para os jurados, a nova disposição pode influenciar a percepção de neutralidade e justiça, potencialmente impactando suas decisões.
- Para o sistema judiciário, a implementação da proposta pode demandar ajustes logísticos e estruturais nos tribunais para acomodar a nova disposição das partes.
Você apoia essa proposição?
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Votos apurados até 18/01/2026 00:45:05
Esta e TODAS as outras proposições que tramitam no Senado estão abertas para receber opiniões conforme a
Resolução 26/2013.
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