Ideia Legislativa
Cãnhamo Industrial. Realizar a devida separação do tema, pois o cânhamo não é droga e pode gerar recursos para a indústria nacional.
Atualmente a planta Cannabis é abordada no Brasil inserida ao tema de política de drogas, porém, plantas da mesma família que não possuem substâncias psicoativas ficam impedidas de terem seu cultivo extensivo para fomento da indústria nacional. Cânhamo não é droga e não pode ser tratado como tal. Deve-se discutir já a liberação do cultivo industrial da planta, cuja utilização é em larga escala em países do mundo que têm tolerância zero com drogas, como é o caso da China. Desta planta pode-se extrair madeira, fibra, alimentos, suplementos para animais, tecido, óleo comestível, óleo medicinal, combustível e uma infinidade de produtos que podem fomentar uma rápida recuperação econômica para o Brasil, além de gerar através de impostos recursos para investimentos em favor d apopulação. Sugiro, agora, que imediatamente esta planta, que possui 0% de THC (substância com efeito psicoativo da maconha), tenha seu cultivo liberado e que nós brasileiros possamos também nos beneficiar deste mercado que já é realidade (e de comercialização liberada) em vários países do mundo. Como o governo brasileiro permite e reconhece a importação de produtos produzidos com cânhamo e condena seu cultivo?
Para solucionar a questão é fundamental a reclassificação desta variedade de Cannabis, legalizando seu cultivo para fins industriais e criando políticas de esclarecimento à população, que hoje é prejudicada pela desinformação e preconceito. Fomentar a indústria nacional com produtos de qualidade e alto valor agregado no mercado internacional. Nós brasileiros temos o direito de estar na vanguarda do segmento na América do Sul e para isso necessitamos que nossos representantes políticos iniciem imediatamente a discussão sobre o tema, em âmbito comercial, mercantil e educativo. A possibilidade de crescimento econômico através do cultivo industrial extensivo desta planta é evidente e inquestionável. Países como França, Espanha, Uruguai, Austrália e China realizam a diferenciação e classificam o cânhamo como commoditie e não como sendo, meramente ao fruto da falta de informação e preconceito, parte de um conceito sobre drogas. O Brasil necessita evoluir na questão e deve-se, já, criar uma legislação específica para o agronegócio do cânhamo em nosso país.
1.761 apoios
20.000

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Data limite para receber 20.000 apoios
24/08/2016
Ideia proposta por
FABIO BASTOS - RJ

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