NOTA DE REPÚDIO

A Procuradora Especial da Mulher no Senado Federal, Senadora Augusta Brito, manifesta profunda indignação e repúdio veemente ao crime hediondo de estupro coletivo praticado contra uma jovem de 17 anos no Rio de Janeiro. Trata-se de um ato bárbaro, que representa um ataque brutal à dignidade da vítima e ao seu direito fundamental à segurança. É imperativo que todos os responsáveis sejam identificados e punidos com o máximo rigor da lei, e que o Estado assegure à jovem acolhimento integral, apoio psicológico e assistência jurídica, além da adoção de medidas efetivas de prevenção para que casos como este não se repitam.
04/03/2026 16h16

A Procuradora Especial da Mulher no Senado Federal, Senadora Augusta Brito, manifesta profunda indignação e repúdio veemente ao crime hediondo de estupro coletivo praticado contra uma jovem de 17 anos no Rio de Janeiro.

Trata-se de um ato bárbaro, que representa um ataque brutal à dignidade da vítima e ao seu direito fundamental à segurança. É imperativo que todos os responsáveis sejam identificados e punidos com o máximo rigor da lei, e que o Estado assegure à jovem acolhimento integral, apoio psicológico e assistência jurídica, além da adoção de medidas efetivas de prevenção para que casos como este não se repitam.

O episódio evidencia, mais uma vez, como a misoginia permanece enraizada em nossa sociedade, alimentando a cultura da violência de gênero. Enfrentar essa realidade exige não apenas a punição exemplar dos agressores, mas também uma profunda transformação cultural.

É fundamental ampliar o envolvimento dos homens nessa luta. O enfrentamento à violência contra as mulheres não é uma pauta exclusiva das mulheres, mas uma responsabilidade coletiva. Precisamos de homens comprometidos com o respeito, com a igualdade e com a ruptura de padrões que naturalizam a agressão e o silenciamento.

A Procuradora Especial da Mulher conclama toda a sociedade — instituições públicas e privadas, movimentos sociais e gestores públicos — a unir esforços para combater com firmeza a violência de gênero, garantindo segurança, justiça e respeito às mulheres em todos os espaços.

Violência contra a mulher é crime.
Impunidade não pode prevalecer.