Consulta Pública
Senador Lucas Barreto (PSD/AP), Senadora Damares Alves (REPUBLICANOS/DF), Senadora Soraya Thronicke (PODEMOS/MS), Senadora Professora Dorinha Seabra (UNIÃO/TO), Senador Efraim Filho (UNIÃO/PB), Senador Confúcio Moura (MDB/RO), Senador Weverton (PDT/MA), Senador Flávio Arns (PSB/PR), Senador Plínio Valério (PSDB/AM), Senador Humberto Costa (PT/PE), Senador Jorge Kajuru (PSB/GO), Senadora Mara Gabrilli (PSD/SP), Senador Paulo Paim (PT/RS), Senador Jaime Bagattoli (PL/RO), Senador Angelo Coronel (PSD/BA), Senadora Jussara Lima (PSD/PI), Senadora Teresa Leitão (PT/PE), Senadora Augusta Brito (PT/CE), Senador Fabiano Contarato (PT/ES), Senadora Daniella Ribeiro (PSD/PB), Senadora Eliziane Gama (PSD/MA), Senadora Leila Barros (PDT/DF), Senador Beto Faro (PT/PA), Senadora Zenaide Maia (PSD/RN), Senador Jayme Campos (UNIÃO/MT), Senadora Ivete da Silveira (MDB/SC)
O que é
A proposta busca mudar a Constituição Federal para garantir que homens e mulheres tenham oportunidades mais equilibradas nos tribunais de segundo grau. Isso significa que, se um tribunal não tiver pelo menos 40% de suas vagas ocupadas por mulheres, as promoções baseadas em mérito devem seguir uma regra de alternância. Essa regra determina que as listas de candidatos sejam intercaladas entre listas mistas (com homens e mulheres) e listas compostas apenas por mulheres.
O que diz o autor
Essa proposta pode trazer vários impactos:
- Para as mulheres: haverá mais chances de alcançar o cargo de desembargadora, promovendo uma participação mais justa e equilibrada no sistema de justiça.
- Para os tribunais: será necessário ajustar a forma como as promoções são feitas, garantindo que as listas sigam a regra de alternância para respeitar a nova exigência.
- Para o sistema judiciário: a mudança pode ajudar a criar um equilíbrio maior entre homens e mulheres nos cargos de decisão, tornando o sistema mais representativo da sociedade.
- Para a sociedade em geral: a proposta pode ser vista como um avanço importante na busca pela igualdade entre homens e mulheres.
- Para as mulheres: haverá mais chances de alcançar o cargo de desembargadora, promovendo uma participação mais justa e equilibrada no sistema de justiça.
- Para os tribunais: será necessário ajustar a forma como as promoções são feitas, garantindo que as listas sigam a regra de alternância para respeitar a nova exigência.
- Para o sistema judiciário: a mudança pode ajudar a criar um equilíbrio maior entre homens e mulheres nos cargos de decisão, tornando o sistema mais representativo da sociedade.
- Para a sociedade em geral: a proposta pode ser vista como um avanço importante na busca pela igualdade entre homens e mulheres.
Você apoia essa proposição?
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Votos apurados até 10/03/2026 11:02:55
Esta e TODAS as outras proposições que tramitam no Senado estão abertas para receber opiniões conforme a
Resolução 26/2013.
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