Consulta Pública
O que é
O projeto propõe limitar a inclusão dos restos a pagar (despesas empenhadas e não pagas) no cálculo dos recursos mínimos que devem ser aplicados anualmente na saúde. A proposta estabelece que até 15% desses restos a pagar poderão ser considerados no cálculo, garantindo que a maior parte dos recursos seja efetivamente paga no mesmo exercício financeiro.
O que diz o autor
As possíveis consequências desse projeto são diversas:
- Para o setor de saúde, haverá uma maior garantia de que os recursos destinados serão efetivamente aplicados no mesmo ano, evitando atrasos e paralisações em programas e ações de saúde.
- Para os gestores públicos, a proposta exigirá um planejamento financeiro mais rigoroso, com foco em priorizar o pagamento das despesas do exercício corrente.
- Para as Santas Casas e outras instituições de saúde, a medida pode reduzir os problemas de subfinanciamento e atrasos nos repasses, melhorando a continuidade dos serviços prestados.
- Para a população, a proposta pode resultar em uma melhoria na qualidade e na disponibilidade dos serviços de saúde, devido à maior eficiência na aplicação dos recursos.
- Para o setor de saúde, haverá uma maior garantia de que os recursos destinados serão efetivamente aplicados no mesmo ano, evitando atrasos e paralisações em programas e ações de saúde.
- Para os gestores públicos, a proposta exigirá um planejamento financeiro mais rigoroso, com foco em priorizar o pagamento das despesas do exercício corrente.
- Para as Santas Casas e outras instituições de saúde, a medida pode reduzir os problemas de subfinanciamento e atrasos nos repasses, melhorando a continuidade dos serviços prestados.
- Para a população, a proposta pode resultar em uma melhoria na qualidade e na disponibilidade dos serviços de saúde, devido à maior eficiência na aplicação dos recursos.
Você apoia essa proposição?
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Votos apurados até 27/08/2026 00:39:40
Esta e TODAS as outras proposições que tramitam no Senado estão abertas para receber opiniões conforme a
Resolução 26/2013.
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