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Senado lança guia para participação de mulheres na política Senado lança guia para participação de mulheres na política

De acordo com a procuradora da Mulher do Senado, senadora Augusta Brito, do PT do Ceará, o guia pretende ser mais um instrumento de ação conjunta contra o machismo estrutural. “Essa invisibilidade na internet faz com que nós mulheres sejamos atacadas de formas diferentes, descredenciando, descaracterizando a mulher como um ser da vida pública, como um ser que pensa, como um ser que pode ocupar esses espaços decisórios de poder. Isso é muito pesado. A gente precisa sim estar sempre se fortalecendo”. Augusta Brito destacou, ainda, que a publicação oferece um caminho seguro para que as mulheres não enfrentem o processo eleitoral de forma isolada. “O Guia da Candidata foi elaborado para que nenhuma mulher entre nesse processo sozinha. A informação reduz riscos, amplia a autonomia e fortalece a capacidade de mulheres transformarem a política e ocuparem os espaços que, historicamente, lhes foram negados”, afirmou.

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Violência política de gênero é crime — e tende a aumentar em períodos eleitorais. Mulheres em cargos públicos, candidatas e trabalhadoras de diversas áreas enfrentam ataques que tentam silenciar suas vozes e afastá-las da política. A Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal está pronta para acolher, orientar e agir. Zap Delas: (61) 98309-0025 ✓✓

SENADO PROMOVE SESSÃO TEMÁTICA SOBRE FEMINICÍDIO SENADO PROMOVE SESSÃO TEMÁTICA SOBRE FEMINICÍDIO

O Senado Federal promoveu nesta segunda-feira (23 de março) uma sessão temática no Plenário para debater o feminicídio no país — um tema urgente que segue exigindo resposta firme do Estado e da sociedade. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, o Brasil registrou cerca de 1.470 feminicídios em 2025, um número alarmante e considerado recorde histórico. Já a pesquisa “Quem são as mulheres que o Brasil não protege?” revela um dado ainda mais grave: 68% das vítimas, nos últimos dez anos, são mulheres negras, evidenciando o recorte racial da violência.

SENADO APROVA CRIMINALIZAÇÃO DA MISOGINIA SENADO APROVA CRIMINALIZAÇÃO DA MISOGINIA

A criminalização da misoginia aprovada pelo Senado representa um avanço importante no enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil. 📌 O que significa na prática? A proposta reconhece a misoginia — ou seja, o ódio, desprezo ou discriminação contra mulheres — como uma forma específica de violência, que agora pode ser punida criminalmente. Isso inclui, por exemplo: Discursos de ódio contra mulheres Incentivo à violência de gênero Ataques misóginos em ambientes políticos, digitais ou sociais Práticas discriminatórias motivadas por gênero

SENADO EXIBE FILME SOBRE PRIMEIRA SENADORA BRASILEIRA SENADO EXIBE FILME SOBRE PRIMEIRA SENADORA BRASILEIRA

Com duração de nove a 13 minutos e exibido em tecnologia imersiva em 360 graus, o documentário coloca o espectador nos corredores do Senado, proporcionando uma experiência única ao acompanhar a trajetória parlamentar. A produção também revela os bastidores do processo que levou Esther de Figueiredo Ferraz a se tornar ministra de Estado — a primeira mulher a ocupar o cargo no Brasil. A obra retrata ainda um capítulo marcante da vida pública de Eunice Michiles, primeira senadora eleita do país, destacando sua atuação e a luta histórica pela representatividade feminina na política. O conteúdo poderá ser assistido no Salão Nobre do Senado. A senadora Augusta Brito, Procuradora Especial da Mulher do Senado Federal, participou da abertura da mostra do documentário, realizada como parte da programação da Sessão Especial no Plenário para a entrega do Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz — honraria que reconhece personalidades comprometidas com a defesa dos direitos das mulheres no Brasil.

SENADO ENTREGA DIPLOMA MULHER-CIDADÃ BERTHA LUTZ SENADO ENTREGA DIPLOMA MULHER-CIDADÃ BERTHA LUTZ

A solenidade foi presidida pela senadora Augusta Brito (PT-CE), Procuradora Especial da Mulher no Senado, que ressaltou a importância da presença feminina em espaços de poder. Em seu discurso, destacou o papel fundamental da representatividade na construção de uma sociedade mais justa e democrática. A edição de 2026 premiou 15 personalidades de diversas áreas de atuação. Entre as homenageadas está a atriz Laura Cardoso, um dos maiores nomes da dramaturgia nacional, com mais de seis décadas de carreira no teatro, cinema e televisão. Reconhecida por dar vida a personagens femininas complexas e marcantes, a artista acumula importantes prêmios, como o Troféu APCA.

SENADO ENTREGA DIPLOMA MULHER-CIDADÃ BERTHA LUTZ A 15 PERSONALIDADES SENADO ENTREGA DIPLOMA MULHER-CIDADÃ BERTHA LUTZ A 15 PERSONALIDADES

O Senado homenageou 15 pessoas nesta terça-feira (31) com a entrega do Diploma Bertha Lutz — prêmio concedido anualmente a quem contribuiu para a defesa dos direitos da mulher e das questões de gênero no país. A entrega do diploma acontece sempre em março, durante as celebrações do Mês da Mulher. Confira na tabela abaixo quem foi agraciado com a honraria. A senadora Augusta Brito (PT-CE), que conduziu a cerimônia, declarou que as pessoas homenageadas — 14 mulheres e um homem — “têm papel fundamental na luta pelos direitos das mulheres”. — Essa é uma das mais importantes honrarias desta Casa. Ela não celebra apenas biografias; ela reconhece histórias que ajudaram a mudar o Brasil. Carregar o nome dela [Bertha Lutz] é manter esse compromisso com a transformação. E todas as personalidades homenageadas realmente têm todos os pré-requisitos para isso e estão aqui porque merecem — salientou Augusta. Bertha Lutz (1894-1976) foi uma bióloga, advogada e política brasileira que se destacou por seu ativismo feminista —