CCJ aprova investigação de mortes e lesões corporais em confrontos com policiais

09/11/2017, 13h58 - ATUALIZADO EM 09/11/2017, 14h08

É preciso realizar perícia e autópsia em todos os casos de mortes violentas, mesmo quando policiais alegam resistência de suspeitos de crimes. Projeto nesse sentido (PLS 239/2016) foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ). A proposta surgiu das conclusões da CPI do Assassinato de Jovens. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) foi o relator da CPI. Segundo Lindbergh, o chamado “Auto de Resistência” é utilizado para relatar casos em que há uso de força de policiais. Apesar de o Código Penal determinar que o documento seja assinado por duas testemunhas e leve à investigação do conflito, não é o que acontece na prática. Lindbergh salientou que o auto de resistência acaba sendo usado para ocultar violência excessiva e até extermínios.

Ouça os detalhes no áudio do repórter da Rádio Senado, Bruno Lourenço.



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