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Jovens senadoras dão dicas de leitura sobre o holocausto

 

Responsável pela morte de milhões de pessoas durante a ocupação nazista na Europa, o holocausto é um dos temas que mais despertam interesse em vencedores do Jovem Senador deste ano. Três estudantes indicaram livros que contam como judeus enfrentaram as mais degradantes situações e como alguns conseguiram superar o sofrimento imposto pelos nazistas. As dicas de leitura foram dadas em entrevista à equipe do Jovem Senador pelos 27 vencedores do programa. Em uma das perguntas, os estudantes apontam qual seria o seu livro favorito.

A primeira indicação é da jovem senadora do Acre, Bruna Luiza Souza Silva, que fala sobre o livro “Os Fornos de Hitler”, obra sobre o relato pessoal e íntimo a partir do diário de uma mulher que sobreviveu ao pesadelo de Auschwitz e Birkenau. A autora, Olga Lengyel, narra “de uma forma emocionante suas experiências e como conseguiu escapar da morte”, diz Bruna. Para ela, “Olga prestou um belo serviço ao dar vozes àqueles que hoje estão em silêncio e praticamente esquecidos”. Os Fornos de Hitler é um livro para quem quer conhecer de maneira aberta os horrores vividos pelos judeus durante a era nazista na Alemanha.

Quando o assunto é holocausto, muitos ângulos podem ser explorados. Para a jovem senadora do Rio Grande do Sul, Isabela Pradebon, a superação pela leitura nos campos de concentração nazistas é um desses ângulos. O livro que ela indica é “A Bibliotecária de Auschwitz”, que destaca a importância da educação até mesmo em condições desumanas. A obra conta a história do professor judeu Fredy Hirsh, que criou uma escola e uma biblioteca secretas em Auschwitz. Ele contava com a ajuda de Dita Dorachova, uma menina judia de 14 anos que se arriscava ao esconder livros embaixo do vestido, na tentativa de manter a esperança de sobrevivência por meio da leitura.

A jovem senadora do Piauí, Yasmin de Carvalho, indica o clássico Diário de Anne Frank. Publicado pela primeira vez em 1947, o livro narra a vida de Anne, de sua família e de outros judeus confinados na casa de seu pai, Otto H. Frank, durante a ocupação nazista na Holanda. Anne Frank morreu aos 15 anos no campo de concentração Bergen-Belsen, em março de 1945. Dois anos depois, seu pai decidiu publicar os relatos da filha no diário.

As três alunas estarão em Brasília, entre os dias 25 e 29 de novembro, para participar da semana presencial do Jovem Senador. A cobertura completa das atividades dos estudantes em Brasília poderá ser acompanhada pelos veículos de comunicação e redes sociais do Senado Federal.

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