Regina Sousa exalta Declaração dos Direitos Humanos e critica novo Ministério da Família

Da Redação e Da Rádio Senado | 13/12/2018, 15h21

Na semana em que se comemoram os 70 anos de assinatura da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a senadora Regina Sousa (PT-PI) lamentou que poucas pessoas conheçam o teor do documento que, na opinião dela, seria o melhor programa de qualquer governo.

Para ela, as pessoas devem se perguntar se realmente se importam com o trabalho escravo; com o assassinato de defensores de direitos humanos; com a população que vive nas ruas; com o estupro de meninas e meninos; com o feminicídio; com a população LGBT; com os sem-terra e os sem-teto, estes últimos sempre taxados de "vagabundos".

— Quem se importa com os povos indígenas ainda, se a Funai vai para o Ministério da Família, o "ministério da doutrinação", como eu estou chamando? A própria ministra disse que quer permissão para converter os índios. Com que direito? Os índios querem suas terras demarcadas. Mas hoje tem uma frase antológica do presidente eleito dizendo que não quer índio atrapalhando o desenvolvimento do país — criticou a senadora em discurso no Plenário nesta quinta-feira (13).

Presidente da Comissão de Direitos Humanos, Regina Sousa informou que houve 206 reuniões do colegiado nos dois últimos anos. Nesse período, segundo ela, nove sugestões da sociedade foram transformados em projetos de lei.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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