Adolescência e o despertar para o exercício da cidadania


Jéssica Moreira Alves

Jéssica Moreira Alves
  • Ano de participação: 2019
  • Cidade: Taperoá - PB
  • Escola: Escola Cidadã Integral Técnica Estadual Melquiades Vilar
  • Formação: Ensino superior completo (Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa)
  • Representante na semana presencial, em Brasília: (Renata Virginia Marinho Sales)
  • Estudante finalista: Maria Adellaide Maciel Campos
  • Redes Sociais:

Entrevista

Pergunta -  Há quantos anos leciona?

Resposta –  6 anos.

P - Como foi a sua experiência em participar do Projeto Jovem Senador?

R - Primeiramente, enquanto professora de rede pública, parabenizo a equipe por manter, ao longo dos anos, um concurso que proporciona uma experiência ímpar, tanto na vida dos professores quanto dos alunos, visto que os recursos voltados para as escolas brasileiras estão tronando-se cada vez mais escassos. Há 4 anos trabalho como mobilizadora na escola estadual de um município do interior do estado da Paraíba, o município de Taperoá. Aqui lidamos, muitas vezes, com a falta de esperança dos jovens, e até mesmo dos profissionais da educação, quanto a mudança  na qualidade de vida através da educação. Portanto, uma oportunidade como esta fará a diferença na vida de centenas de pessoas. Muito obrigada por me permitirem manter e reacender a esperança dos meus discentes!

P - Como trabalhou o tema na sala de aula?

R –  O tema foi discutido a partir dos vídeos disponibilizados e com a ajuda dos professores de Artes, Geografia, História, Matemática e Sociologia.

P - O Projeto Jovem Senador contribuiu para a formação dos seus alunos?

R – Sim, pois permite, a cada ano, a discussão de um tema atualizado que propicia a aquisição de conhecimentos valiosos para a vida pessoal do educando.

P - Tem alguma sugestão para o projeto?

R – Quanto mais puderem expandí-lo, mais a educação brasileira tem a ganhar. Antes havia outros tipos de premiação como computadores e tablets para alunos e escolas, o que incentivava mais a participação dos alunos. Se esse tipo de premiação pudesse ser estendida para os três primeiros lugares de cada federação, seria de grande valia!

P - Como foi o trabalho na escola e a repercussão da classificação de seu aluno para o projeto?

R – O trabalho sempre enfrenta barreiras, principalmente relacionadas à descrença na possibilidade de lograr êxito. Portanto, a repercussão foi maravilhosa, uma vez que insere nas mentes dos jovens a visão de que é possível vencer as adversidades -  independente de estar numa escola pública, muitas vezes desacreditada -,  fomentando novos sonhos.

P - Participa ou já atuou em outros projetos voltados para a educação do jovem brasileiro?

R – Sim. Olimpíadas de Língua Portuguesa e Projeto Gira Mundo.

P - Com base em sua experiência de vida, deixe um conselho/dica para os seus alunos.

R – Nunca desista dos seus sonhos! Não é clichê, é a única possibilidade de realiza-los.

Enquanto professora de rede pública, parabenizo a equipe por manter, ao longo dos anos, um concurso que proporciona uma experiência ímpar, tanto na vida dos professores quanto dos alunos, visto que os recursos voltados para as escolas brasileiras estão tronando-se cada vez mais escassos. Há 4 anos trabalho como mobilizadora na escola estadual de um município do interior do estado da Paraíba, o município de Taperoá. Aqui lidamos, muitas vezes, com a falta de esperança dos jovens, e até mesmo dos profissionais da educação, quanto a mudança na qualidade de vida através da educação. Portanto, uma oportunidade como esta fará a diferença na vida de centenas de pessoas. Muito obrigada por me permitirem manter e reacender a esperança dos meus discentes!

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