Senado debate pontos polêmicos da reforma trabalhista

11/05/2017, 16h33 - ATUALIZADO EM 11/05/2017, 19h56

O Senado Federal realizou sessão temática, nesta quinta-feira (11), no Plenário do Senado, sobre os pontos mais polêmicos da reforma trabalhista. Foram discutidos o dispositivo que coloca os acordos coletivos sobre o previsto em lei e o fim do imposto sindical. O juiz do trabalho, Marlos Melek, que participou da elaboração da reforma, defendeu o projeto. Para ele, a CLT trata desiguais como iguais. “Trata a pequena padaria do seu bairro da mesma forma que trata a Petrobras”, exemplificou. O relator do PLC 38/2017, senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), reforçou que “as prioridades são colocar negociação sobre a lei e o fim do imposto sindical”. Já o ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Mauricio Godinho Delgado, alertou que a prioridade da negociação entre empregados e patrões sobre a lei pode reduzir os direitos trabalhistas. A reportagem é de Roberto Fragoso, da Rádio Senado.



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