Na CPI, Marcelo Queiroga defende Copa América no Brasil e nega existência de 'gabinete paralelo'
Compartilhe este conteúdo no Whatsapp Compartilhe este conteúdo no Facebook Compartilhe este conteúdo no X Compartilhe este conteúdo no Telegram Compartilhe este conteúdo no Linkedin
08/06/2021, 21h34
Em seu segundo depoimento na CPI da Pandemia, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu nesta terça-feira (8) a realização da Copa América no Brasil. O ministro negou a existência do "gabinete paralelo" no âmbito do governo. Ele defendeu o uso de máscaras como medida de proteção contra a covid-19, mas disse que não é "censor" do comportamento do presidente da República, Jair Bolsonaro, que não as utiliza. O ministro assumiu, ainda, a decisão de não nomear a médica infectologista Luana Araújo para a Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19. E declarou que não há comprovação cientifica da eficácia do chamado "tratamento precoce" contra a covid-19.
Nota sobre cloroquina no site do Ministério da Saúde perdeu efeito legal, diz Queiroga
Ministro diz que vai nomear titular para Secretaria de Enfrentamento à Covid-19 até sexta-feira
Queiroga afirma que decisão de não nomear Luana Araújo foi dele
'Não me compete julgar os atos do presidente da República', afirma Marcelo Queiroga
Protocolos da CBF e Conmebol permitem realização da Copa América no Brasil, diz Queiroga
CPI da Pandemia: Veja o calendário previsto para os depoimentos de governadores
Queiroga defende Copa América e diz que não é censor do presidente
Queiroga assume responsabilidade por dispensa de Luana Araújo