Fátima Bezerra fala de sua atuação no Senado e de seu projeto que criou a Política Nacional de Leitura e Escrita

Da Redação e Da Rádio Senado | 12/12/2018, 16h48 - ATUALIZADO EM 12/12/2018, 18h07

Ao fazer um balanço dos quatro anos que atuou como senadora, Fátima Bezerra (PT-RN) destacou as chamadas batalhas memoráveis de que participou nesse período.

O impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff; a votação da proposta de emenda constitucional que congelou por vinte anos os investimentos públicos; a reforma do ensino médio; e reformas trabalhista e previdenciária foram algumas das lutas que contaram com sua atuação, disse Fátima Bezerra.

A senadora lembrou também de seu projeto, transformado em lei, que instituiu a Política Nacional de Leitura e Escrita (Lei 13.696, de 2018).

— E diga-se da passagem, essa façanha de dotar o país, pela primeira vez, de uma política nacional da leitura e da escrita se deu em período de avanço do conservadorismo, da intolerância política e da insensatez. Daí, a importância de o Estado brasileiro, com essa lei, ter pela primeira vez uma estratégia permanente, uma política de Estado voltada para promoção do livro, da leitura, da escrita, da literatura e das bibliotecas, que significa promover a esperança da nossa juventude e do nosso povo — considerou.

Fátima Bezerra renunciará ao seu mandato de senadora para assumir, a partir de primeiro de janeiro de 2019, o governo do Rio Grande do Norte. Antes de ser senadora, ela foi deputada estadual e federal. Ela citou ainda o tempo em que atuou como professora da educação pública do Rio Grande do Norte.

E a vida de professora, segundo ela, foi fundamental para que, em sua carreira política, defendesse a educação e relatasse, favoravelmente, proposições como a proposta de emenda à Constituição que torna permanente o Fundeb, Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais de Educação.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)