Privatização da Eletrobras será analisada pelo Congresso

Da Redação | 05/02/2018, 18h07 - ATUALIZADO EM 16/02/2018, 08h11

Além da reforma da Previdência, outro tema que deve receber atenção no início dos trabalhos do Legislativo é a privatização da Eletrobras. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal cassou uma liminar que suspendia a Medida Provisória (MPV 814/2017). A medida retira a proibição de privatização da Eletrobras e de suas subsidiárias, contida na legislação do setor elétrico.

De acordo com Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE), com a derrubada da liminar, o caminho agora está livre para que a estatal siga o exemplo da Vale, privatizada em 1997.

A Eletrobras será uma empresa de porte mundial, vai ter sua capacidade de investimento retomada e vai participar de grandes projetos no setor elétrico, não só na construção de novas hidroelétricas, mas, sobretudo, na geração de energia limpa. Tenho muita confiança de que o Congresso Nacional vai autorizar a democratização do capital da Eletrobras — disse o senador.

Ângela Portela (PDT-RR) se disse contra a privatização da Eletrobras. Para ela, a privatização vai prejudicar o fornecimento de energia, especialmente no estado de Roraima. Para ela, o ano de 2018, para o governo, será de grandes derrotas.

A medida provisória, editada em dezembro, terá de ser analisada por uma comissão mista de senadores e deputados, antes de seguir para a Câmara e depois para o Senado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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12h19 Comissão de Ciência e Tecnologia: Por aclamação, o senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL) foi eleito presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) para o período 2021-2023.
11h58 Comissão de Desenvolvimento Regional: Os senadores Fernando Collor (Pros-AL) e Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) foram eleitos, respectivamente, presidente e vice da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) para o biênio 2021-2023.
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