Magno Malta compara escolha por impeachment a amputação de perna com gangrena

Da Redação | 11/05/2016, 16h46

Dar seguimento ao processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, não gera satisfação nem alegria, mas é uma escolha necessária, afirmou o senador Magno Malta (PR-ES) em Plenário, nesta quarta-feira (11), durante a sessão destinada a avaliar admissibilidade da denúncia.

A seu ver, além dos crimes de responsabilidade que embasam o pedido, o “conjunto da obra” também contribuiu para que o país chegasse uma situação anômala, que exige solução extrema.

— Estamos diante de um corpo febril e assaltado por taxas altíssimas de diabetes. O Brasil hoje é como um corpo diabético, um corpo febril, com uma taxa muito alta e com uma perna cheia de gangrena já há muito tempo, pronta para ser amputada. E a lógica é esta: se amputarmos a perna, salvaremos o corpo; em não amputando a perna, comprometeremos todo o corpo — comparou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)