CAS debate projeto que propõe identificação por digitais em mortes suspeitas ou acidentais
14/10/2016, 11h59
De maio de 2015 até o início de outubro de 2016, mais de 56 mil pessoas foram enterradas como desconhecidas no Brasil. Um projeto (PLS 302/2014) em análise na Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) propõe que toda pessoa que morreu de forma suspeita, violenta ou acidental, e também nos casos de morte natural daqueles que não possuem documentos de identificação devem passar por uma identificação necropapiloscópica, ou seja, devem ter as digitais colhidas após a morte. Essa prática poderá ajudar na identificação de corpos. Confira mais detalhes com a repórter Marcela Diniz, da Rádio Senado.
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