Jornal do Senado

Transcrição
EU SOU UMBERTO PINHEIRO
E EU SOU RICARDO NAKAOKA
E ESTES SÃO OS DESTAQUES DE HOJE DO JORNAL DO SENADO, QUE COMEÇA AGORA
SENADORES SE REUNEM COM VICE-PRESIDENTE PARA TRATAR DO ACORDO MERCOSUL-UNIÃO EUROPEIA
CHEGAM AO SENADO PROJETOS QUE CRIAM UNIVERSIDADES FEDERAIS INDÍGENA E DO ESPORTE
ATENDIMENTO DO LIGUE 180 É AMPLIADO E CCJ ANALISA DIVULGAÇÃO OBRIGATÓRIA DO NÚMERO
BOA NOITE! SENADORES SE REÚNEM COM O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA PARA TRATAR DE PROTEÇÃO AOS PRODUTORES BRASILEIROS DENTRO DO ACORDO ENTRE O MERCOSUL E A UNIÃO EUROPEIA.
A COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES VAI OUVIR OS DIVERSOS SETORES DA ECONOMIA QUE PODEM SER AFETADOS PARA NEGOCIAR SALVAGUARDAS INTERNAS. REPÓRTER HÉRICA CHRISTIAN.
Os senadores de Mato Grosso do Sul, Nelsinho Trad, do PSD, e Tereza Cristina, do PP, se reuniram com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, para discutirem o acordo do Mercosul com a União Europeia.
Eles destacaram a criação de um Grupo de Trabalho na Comissão de Relações Exteriores que vai acompanhar a votação do tratado no Congresso Nacional e a sua implementação.
Entre os principais pontos do acordo estão o fim de tarifas alfandegárias e salvaguardas ou proteções para o setor agrícola.
Nelsinho Trad, que é presidente da CRE, disse que o chamado GT vai ouvir produtores e empresários para minimizar eventuais impactos negativos.
Ele explicou, no entanto, que o Congresso Nacional não poderá modificar os termos do tratado, apenas votar projetos que possam reduzir eventuais problemas.
O que se tem que fazer diante dessa matéria que está lá no Congresso é votar sim ou votar não. Não dá mais para você emendar. Nós atentos à complexidade dessa implementação, optamos por criar um grupo de trabalho para mitigar qualquer situação sensível que possa vir a ter no transcurso dessa implementação. Não tem nenhum outro caminho a não ser a gente proporcionar condições favoráveis para que de uma vez por todas isso posso entrar em vigor.
A senadora Tereza Cristina afirmou que o Congresso Nacional está atento a segmentos específicos para sugerir medidas internas de proteção.
Nós temos que trabalhar para que alguns segmentos não sejam fortemente atingidos, como o leite que tem uma preocupação. O setor lácteo passa por uma crise interna, então, eles têm uma preocupação da concorrência dos produtos que vêm de lá para cá. Por isso, o grupo de trabalho na Comissão de Relações Exteriores para ver como é que nós vamos ajudar esses segmentos que no início podem vir a ter, eu não estou dizendo que vão ter, mas que podem vir a ter problemas. O setor de vinhos e assim tem alguns outros.
O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou que o Executivo vai manter diálogo com o Legislativo para eventuais medidas que aliviem setores impactados.
Ele ressaltou que o acordo Mercosul-União Europeia representa uma janela de oportunidades para o Brasil.
A representação do Parlasul deverá votar o texto do tratado depois do Carnaval. Da Rádio Senado, Hérica Christian.
INTEGRADO AO PACTO NACIONAL BRASIL CONTRA O FEMINICÍDIO, O LIGUE 180 AGORA TAMBÉM RECEBE DENÚNCIAS E PEDIDOS DE ORIENTAÇÃO POR WHATSAPP E OUTROS MEIOS DIGITAIS, ALÉM DE ATENDIMENTO EM LIBRAS.
NA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA, PODE SER VOTADO UM PROJETO QUE TORNA OBRIGATÓRIA A DIVULGAÇÃO DO NÚMERO 180 EM MEIOS DE COMUNICAÇÃO E ESPAÇOS PÚBLICOS DE GRANDE CIRCULAÇÃO. A PROPOSTA REFORÇA A IMPORTÂNCIA DE DAR VISIBILIDADE AO SERVIÇO DE PROTEÇÃO ÀS MULHERES. REPÓRTER HENRIQUE NASCIMENTO.
O Ligue 180 passa a receber denúncias pelo WhatsApp e outros meios digitais, além de oferecer atendimento em Libras.
Criado há duas décadas, o canal registrou mais de um milhão de ligações.
A secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Estela Bezerra, afirmou que a mudança fortalece a atuação conjunta da Central com os serviços de atendimento em todo o país.
o 180 não é apenas uma central, ele também aciona uma retaguarda de instituições, de rede de atenção às mulheres, a partir de cada estado, de cada cidade, onde aquela mulher está ligando e precisando de um apoio.
No Senado, um projeto de lei vai obrigar a divulgação do número 180 nos meios de comunicação de massa e em locais de grande circulação.
Ao relatar o projeto na Comissão de Direitos Humanos, o senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul, destacou que a central é o principal instrumento de orientação e denúncia para mulheres em situação de violência.
Além de receber denúncias, também presta orientação sobre leis, direitos e equipamentos públicos, como a Casa da Mulher Brasileira, as delegacias especializadas e à Defensoria Pública.
O projeto que determina a ampla divulgação do telefone 180 pelo poder público está na Comissão de Constituição e Justiça.
O PROJETO QUE CRIA A SEMANA NACIONAL DE RETIROS CULTURAIS, DE AUTORIA DA SENADORA ELIZIANE GAMA, FOI APROVADO PELA CÂMARA DOS DEPUTADOS E AGORA SEGUE PARA SANÇÃO PRESIDENCIAL.
O OBJETIVO É PROMOVER A CULTURA CRISTÃ POR MEIO DE ENCONTROS, EVENTOS E MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS E RELIGIOSAS. A INICIATIVA BUSCA OFERECER UMA ALTERNATIVA DE PROGRAMAÇÃO CULTURAL DURANTE O FERIADO DE CARNAVAL. REPÓRTER MARCELLA CUNHA.
Se sancionada, a Semana Nacional de Retiros Culturais será celebrada anualmente nos dias do Carnaval, entre a sexta-feira e a quarta-feira de Cinzas.
O objetivo é promover eventos da cultura cristã, como encontros de oração, seminários e shows, como alternativa de lazer durante o período de festas.
A proposta da senadora Eliziane Gama, do PSD do Maranhão, foi aprovada pela Câmara dos Deputados e agora segue para sanção presidencial.
Para a senadora Eliziane, a aprovação durante o Carnaval é um gesto de respeito às tradições do país e, em especial, aos evangélicos.
Ver esse projeto aprovado é para mim uma conquista, é uma honra, uma felicidade, me emociona muito porque reocnhece uma tradição da juventude evangélica do Brasil inteiro. E acaba fortalecendo valores, renovando a nossa fé, unindo comunidades
Os retiros podem incluir oficinas, apresentações musicais, teatro, dança, debates, ações de formação e atividades voltadas especialmente para jovens.
Se sancionada, a lei passa a valer na data da publicação.
APROVADAS PELA CÂMARA DOS DEPUTADOS, DUAS PROPOSTAS CHEGAM AO SENADO COM A PROMESSA DE AMPLIAR O ACESSO AO ENSINO SUPERIOR EM ÁREAS ESTRATÉGICAS PARA O PAÍS.
A PRIMEIRA CRIA A UNIVERSIDADE FEDERAL INDÍGENA, COM SEDE EM BRASÍLIA, E A SEGUNDA, A UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPORTE, VOLTADA PARA A FORMAÇÃO ACADÊMICA E CIENTÍFICA NA ÁREA. REPÓRTER HENRIQUE NASCIMENTO.
Dois projetos que criam novas universidades federais já estão no Senado.
O primeiro institui a Universidade Federal Indígena, com sede em Brasília e possibilidade de campi em diferentes regiões do país, voltada para as especificidades culturais, territoriais e linguísticas dos povos indígenas, além da produção científica em diálogo com saberes tradicionais.
O segundo trata da Universidade Federal do Esporte, com foco na integração entre ensino, pesquisa e extensão nas áreas de formação de atletas, gestão esportiva, saúde e educação.
Para o atleta paralímpico Leomon Moreno, a iniciativa pode ampliar oportunidades e transformar vidas.
Quando a gente alinha o esporte, a educação, transformando em cultura dentro do país, a gente constrói ótimos cidadãos, olhando principalmente para a pessoa em si e não para um detalhe.
A senadora Leila Barros, do PDT do Distrito Federal, afirmou que o esporte vai além da formação de atletas e tem papel fundamental na promoção da cidadania.
O esporte, ele é mais do que formar atletas. Nós temos aqui uma nata de grandes atletas e para-atletas que representam com muito amor a nossa pátria. Mas para além disso, a promoção da cidadania. Nós sabemos o que o esporte fez nas nossas vidas.
Os projetos que criam as Universidades Federais Indígena e do Esporte seguem agora para análise nas comissões do Senado.
COM TRABALHOS TÉCNICOS DE __ELISEU CAIRES__, O JORNAL DO SENADO FICA POR AQUI. ACOMPANHE, AGORA, AS NOTÍCIAS DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO E DA CÂMARA DOS DEPUTADOS. BOA NOITE. BOA NOITE E UM BOM CARNALVAL.

