Congresso é iluminado de laranja em alerta sobre a esclerose múltipla

Da Comunicação Interna | 02/08/2018, 11h51 - ATUALIZADO EM 22/08/2018, 09h53

As cúpulas do Congresso estão iluminadas na cor laranja, até 31 de agosto, a pedido da Associação Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME). Em 30 de agosto é celebrado o Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla, data estabelecida pela Lei 11.303, de 2006. Segundo Giulia Gamba, da equipe de comunicação da AME, essa data é essencial para conferir visibilidade à doença neurológica que afeta 40 mil pessoas no Brasil e 2,5 milhões em todo o planeta.

— Entre as ações que acontecerão nesse mês, a iluminação [do Congresso] evidenciará a causa e repercutirá em uma ampla dimensão de alcance e conscientização das pessoas em prol da Esclerose Múltipla — afirma.

A AME é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2012, que tem a missão de compartilhar informação de qualidade sobre a esclerose múltipla (EM) de forma gratuita e acessível, segundo informações disponíveis no site da associação.

— A AME nasceu para tornar a vida das pessoas com EM melhor. Desde sempre defende que informação é o melhor remédio, e se dedica a ajudar no diagnóstico precoce, conscientizar sobre os sintomas e sobre a realidade de quem vive com a EM — explica Giulia Gamba.

Esclerose múltipla

A esclerose múltipla é a doença neurológica que mais afeta jovens adultos no mundo, sendo que a média de idade em que as pessoas são diagnosticadas é de 30 anos. A enfermidade acomete mais mulheres, em uma proporção de duas mulheres para cada homem diagnosticado.

Trata-se de uma doença que afeta o sistema nervoso (cérebro e medula), e, com isso, pode atingir diversas funções ligadas ao trânsito de informações dos neurônios para o resto do corpo. Quando esse caminho é prejudicado pelas lesões da EM, essas informações se dissipam. Consequentemente, surgem diversos sintomas, e os mais comuns são: formigamento, fraqueza muscular, problemas de equilíbrio, sexuais, no trato urinário e cognitivos. Em 85% dos casos, a EM é diagnosticada depois de uma síndrome clinicamente isolada (CIS).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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