Nova prova para alunos prejudicados no Enem não compromete isonomia, diz Haddad
Da Redação | 16/11/2010, 11h58
A repetição de provas apenas para os alunos prejudicados por erros da impressão de provas no último exame do Enem não afeta a isonomia do exame. A afirmação é do ministro da Educação, Fernando Haddad, em audiência pública neste momento na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).
De acordo com o ministro, os problemas do exame neste ano afetaram apenas 0,1% dos inscritos. A esses alunos prejudicados será assegurado o direito de fazer uma nova prova, sem que isso quebre a igualdade de condições para o conjunto de inscritos.
Conforme ressaltou, essa sistemática do Enem - de repetição de provas para parcela dos inscritos - é utilizada em exames mundialmente reconhecidos, como o Toefl e o SAT. A isonomia seria garantida pela utilização da metodologia da Teoria da Resposta ao Item (TRI).
Haddad fez uma retrospectiva dos 14 anos de aplicação das provas do Enem (Exame Nacional de Ensino Médio). Segundo ele, o Enem ganhou a dimensão atual quando passou a ser utilizado como instrumento de seleção para o ProUni. "A partir daí, nós quadruplicamos o número de inscritos", frisou o ministro.
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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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