Rede Sarah é um símbolo de eficiência médica, diz Garibaldi

Da Redação | 11/12/2008, 17h11

Ao abrir a homenagem à Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, que ocupa a hora do expediente desta quinta-feira (11), o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho, disse que a instituição é um símbolo de eficiência e de humanismo no atendimento a milhões de pacientes com problemas no sistema nervoso central e no aparelho locomotor. O senador foi o autor do requerimento da homenagem pelos 48 anos de fundação.

A Rede Sarah de Hospitais conta com unidades no Amapá, Pará, Maranhão, Bahia, Minas Gerais, Ceará, Rio de Janeiro e Brasília, onde funciona o Centro Internacional de Pesquisas em Reabilitação.

Em seu discurso, Garibaldi Alves Filho disse que a imagem pública de uma instituição é o seu maior patrimônio e que a Rede Sarah é vista pela sociedade e pela classe médica como modelar na área de saúde. Esse aval positivo, segundo ele, decorre dos bons serviços prestados a milhões de pacientes ao longo dos últimos 48 anos.

O presidente do Senado ressaltou ainda a competência técnica dos médicos e das equipes de apoio da rede de hospitais, cujos princípios humanitários atravessaram fronteiras, fazendo com que hoje a Rede Sarah seja procurada por profissionais de todo o mundo em busca de aperfeiçoamento técnico, oferecido pelo curso de mestrado em Ciências da Reabilitação na unidade de Brasília.

Garibaldi destacou ainda a participação da diretora-executiva da Rede Sarah, Lúcia Braga, na conferência internacional sobre traumatismo cerebral, realizada nos Estados Unidos em novembro deste ano. Única brasileira presente ao evento, a médica também vai participar de uma força de trabalho criada pelo Congresso norte-americano para buscar soluções que favoreçam a reabilitação de soldados vítimas de trauma craniano, informou o senador.

O parlamentar lembrou ainda a arquitetura dos hospitais da Rede Sarah, concebida para humanizar o ambiente hospitalar - sem descurar dos aspectos funcionais -, com atributos estéticos e econômicos, ambientes flexíveis, humanizados e com acessibilidade, que valorizam a economia de energia, a ventilação e o emprego da luz natural. O senador saudou ainda o arquiteto João Filgueiras Lima, o Lelé, e disse que o uso de material resistente e de soluções arquitetônicas inovadoras pela Rede Sarah tornou-se um paradigma para diversas instituições.

Outra característica da Rede Sarah, disse Garibaldi, é a capacitação profissional do corpo médico e do pessoal especializado em apoio da instituição, que atuam com dedicação exclusiva no atendimento a pessoas em "momentos particularmente difíceis". Depois de saudar os funcionários da entidade e da Fundação das Pioneiras Sociais, que administra a Rede Sarah, o presidente do Senado deu um testemunho sobre o atendimento na unidade de Brasília:

- Não tenho deixado em paz quem trabalha na Rede Sarah. Quando vejo que já saturei de pedido um funcionário, fico apelando para outro, para outro e para outro, para que nós tenhamos atendimento. A demanda vinda de nossos estados é muito grande - concluiu.

Criação

Antes de proferir o seu discurso, Garibaldi deu início à homenagem, com a leitura de artigo, publicado na edição do Correio Braziliense do último dia 11, em que o jornalista Ari Cunha rememora o processo de criação da Rede Sarah, com papel de destaque para o médico carioca Aloizio Campos da Paz.

O artigo também cita relatório que aponta o total de 18.760.254 procedimentos realizados pelas equipes médicas e funcionários da entidade, que beneficiaram 1.576.147 brasileiros oriundos de todos os estados.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

MAIS NOTÍCIAS SOBRE: