Sérgio Guerra diz que CUT, Força Sindical e PT participaram de confronto entre policiais em São Paulo para tumultuar eleição
Da Redação | 16/10/2008, 19h49
O senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) afirmou em Plenário que o confronto entre policiais civis e militares nesta quinta-feira (16) na cidade de São Paulo teve a participação de integrantes da Força Sindical, da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido dos Trabalhadores (PT). Os policiais civis de São Paulo estão em greve há mais de 30 dias.
Durante a tarde desta quinta-feira, policiais civis grevistas realizaram manifestação em frente ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, e o movimento foi reprimido pela Polícia Militar. Mais de 15 pessoas ficaram feridas, houve tumulto, confrontos físicos, uso de bombas de gás lacrimogêneo e muita correria, tudo transmitido ao vivo por emissoras de televisão.
Para Sérgio Guerra, militantes e políticos de oposição ao governador de São Paulo, José Serra, incitaram os manifestantes a partirem para o confronto. O senador disse que as reivindicações dos grevistas são válidas, mas lamentou o uso político do movimento.
- Provocação, agressão, tentativa de desmoralização do governo. Às vésperas do segundo turno querem mudar o resultado da eleição. Não aceitamos esse confronto, essa precária oposição. Polícia misturada com CUT, polícia misturada com Força Sindical, polícia misturada com PT, em uma mobilização para desfazer a autoridade do governador do estado às vésperas da eleição - criticou Sérgio Guerra.
Em aparte, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) também classificou de lamentáveis os acontecimentos desta tarde na capital do estado de São Paulo.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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