Antonio Carlos comenta ameaça de desligamento de ministros do PMDB
Da Redação | 06/07/2005, 00h00
Assinaram a nota do PMDB, o presidente nacional do partido, Michel Temer; a governadora do Rio de Janeiro, Rosinha Garotinho; o governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos; o governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto; o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique; o governador do Paraná, Roberto Requião; o governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz; o governador do Tocantins, Marcelo Miranda; o senador Pedro Simon; o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho e o ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia.
Em aparte, o senador Ney Suassuna (PMDB-PB) disse não concordar com a decisão de seu partido, apesar de respeitá-la. Suassuna lembrou que, quando Ulisses Guimarães foi candidato pelo PMDB à presidência da República, nem todos os integrantes do partido apoiaram a sua candidatura e que, nem por isso, houve uma cisão ou qualquer punição para os discordantes.
- Está sendo quebrada uma tradição do partido. Vou servir de algodão entre os cristais, vou fazer de tudo para tentar reverter essa situação. Mas quero informar que, na base do Congresso, não muda nada. Tudo como dantes no quartel de Abrantes - anunciou Suassuana.
Antonio Carlos retomou a palavra e criticou o comentário feito pelo senador pela Paraíba, especialmente no que se referia ao fato de que a nota não interferiria na base de apoio ao governo no Congresso. Na interpretação de ACM, Suassuna estaria insinuando que os governadores que assinam o documento não teriam influência junto aos parlamentares. O senador pela Bahia não estaria de acordo com essa posição.Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
MAIS NOTÍCIAS SOBRE: