Tuma comemora passagem dos 60 anos da tomada de Monte Castelo pela FEB
Da Redação | 22/02/2005, 00h00
Tuma destacou a comemoração da data no Rio de Janeiro, no último domingo (20), em evento que reuniu aproximadamente 5 mil pessoas e veteranos da FEB no Monumento aos Mortos da 2ª Guerra Mundial, localizado no Aterro do Flamengo. A cerimônia contou com a participação de 56 ex-pracinhas, entre eles o marechal Waldemar Levy Cardoso, de 104 anos de idade e em cadeira de rodas, e o general Ventura, de 91 anos de idade.
No Brasil dos anos 40, lembrou Tuma, dizia-se que a conquista de Monte Castelo seria mais difícil do que fazer uma cobra fumar, devido à fama de exímios combatentes dos alemães. Tanto que a expressão "e a cobra fumou" transformou-se em mote popular a partir da vitória dos brasileiros, ocorrida em 21 de fevereiro de 1945, após quatro batalhas travadas contra as tropas nazistas.
A campanha na Itália de Mussolini mobilizou 25.334 homens. Destes, 443 foram mortos, 1.145 sofreram ferimentos, 35 foram capturados pelo inimigo e 23 desapareceram em combate.
- A tomada de Monte Castelo é realmente símbolo máximo da bravura e do desprendimento daqueles brasileiros - disse.
O senador assinalou que os pracinhas atuaram sob o comando dos generais João Baptista Mascarenhas de Morais e Zenóbio da Costa, ressaltando que o Exército brasileiro "ajudou a demolir a maior monstruosidade histórica do século passado".
- Liberdade é vida. Não há como conter esse sentimento, pois renasce em cada ser humano, ressurge sempre na herança genética. Negá-la, como qualidade intrínseca de nossa existência, constitui demonstração de suprema insanidade. A liberdade é um instinto e sobrepõe-se à auto-preservação. A liberdade representa padrão de medida da evolução social, política e econômica dos povos - disse Tuma.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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