Dia Nacional do Cientista Social será homenagem a Florestan Fernandes
Da Redação | 14/08/2001, 00h00
Com parecer favorável da senadora Marina Silva (PT-AC), a Comissão de Educação aprovou nesta terça-feira (dia 14) projeto que institui o Dia Nacional do Cientista Social, a ser comemorado anualmente, a 22 de julho, dia do nascimento do professor Florestan Fernandes, falecido em 1995. Ao justificar a escolha da data, o autor do projeto, senador Álvaro Dias (sem partido-PR), disse que poucos intelectuais brasileiros marcaram com tanto vigor o século 20.
Marina Silva, ao apresentar seu relatório, lembrou que a Sociologia surgiu como fruto da Revolução Industrial, sendo conhecida como ciência da crise, porque decorrente da crise que se espalhou por toda a Europa por força da automação e da conseqüente onda de desemprego, constituindo-se uma forma de conhecer e pensar cientificamente a natureza e a sociedade.
A CE também aprovou projeto do senador Maguito Vilela (PMDB-GO), relatado pelo senador Carlos Patrocínio (PFL-TO), que inscreve o nome de Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, no Livro dos Heróis da Pátria. O relator argumentou que Caxias, "graças à sua sensibilidade política e humana, pôde dedicar sua vida à manutenção da soberania do território brasileiro e à consolidação da paz da união nacional".
Os dois projetos foram aprovados em caráter terminativo e só serão apreciados pelo Plenário do Senado se houver solicitação de pelo menos um décimo dos senadores.
Marina Silva, ao apresentar seu relatório, lembrou que a Sociologia surgiu como fruto da Revolução Industrial, sendo conhecida como ciência da crise, porque decorrente da crise que se espalhou por toda a Europa por força da automação e da conseqüente onda de desemprego, constituindo-se uma forma de conhecer e pensar cientificamente a natureza e a sociedade.
A CE também aprovou projeto do senador Maguito Vilela (PMDB-GO), relatado pelo senador Carlos Patrocínio (PFL-TO), que inscreve o nome de Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, no Livro dos Heróis da Pátria. O relator argumentou que Caxias, "graças à sua sensibilidade política e humana, pôde dedicar sua vida à manutenção da soberania do território brasileiro e à consolidação da paz da união nacional".
Os dois projetos foram aprovados em caráter terminativo e só serão apreciados pelo Plenário do Senado se houver solicitação de pelo menos um décimo dos senadores.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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