Jovens têm mais dificuldade de encontrar emprego, diz Jucá
Da Redação | 15/02/2001, 00h00
O senador Romero Jucá (PSDB-RR) disse que a população com idade entre 15 e 24 anos é a que mais pressiona a economia para a criação de novos postos de trabalho e, na busca do primeiro emprego, encontra maior dificuldade de colocação. Jucá fez essas declarações baseado em resultados do estudo "População Jovem no Brasil", realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a partir do censo demográfico e da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (Pnad).
Entre o censo de 1991 e a contagem demográfica de 1996, a pesquisa aponta crescimento do número de jovens nessa faixa etária à taxa anual de 1,7%. Também constata que 79% deles residem em zona urbana, além da predominância da população do sexo feminino, registrando a marca de 100 moças para 99,2 rapazes. Ele registrou ainda o crescimento da população declarada negra nessa faixa de idade. Enquanto o percentual de jovens brancos caiu de 54,7% para 49,2% entre 1980 e 1991, o de jovens negros passou de 44,8% para 50,5% no período.
O descompasso entre o crescimento da população masculina e feminina, segundo Jucá, tem seu principal componente na violência. "É nessa faixa etária, entre os indivíduos do sexo masculino, que se encontram as mais altas taxas de mortalidade por causas violentas, homicídios e acidentes em geral", comentou. Em relação às mulheres, o senador disse que o problema reside na gravidez precoce, que as força a abandonar os estudos e dificulta o ingresso no mercado de trabalho.
- São dois problemas sociais da mais alta gravidade, que temos a responsabilidade de abordar e a obrigação de dar solução - afirmou.
Em termos espaciais, Jucá informa que a Região Norte lidera a taxa de crescimento anual da população jovem, com índice de 3,3%. Em seguida vêm o Centro-Oeste, com 2,2%, o Sudeste, com 1,8%, o Nordeste, com 1,6% e o Sul, com apenas 0,8%. Embora o Sudeste se destaque em volume populacional, o senador pefelista defende que as ações públicas para esse segmento se concentrem no Norte e Centro-Oeste, onde o crescimento é mais explosivo e a pressão por serviços sociais mais forte.
Entre o censo de 1991 e a contagem demográfica de 1996, a pesquisa aponta crescimento do número de jovens nessa faixa etária à taxa anual de 1,7%. Também constata que 79% deles residem em zona urbana, além da predominância da população do sexo feminino, registrando a marca de 100 moças para 99,2 rapazes. Ele registrou ainda o crescimento da população declarada negra nessa faixa de idade. Enquanto o percentual de jovens brancos caiu de 54,7% para 49,2% entre 1980 e 1991, o de jovens negros passou de 44,8% para 50,5% no período.
O descompasso entre o crescimento da população masculina e feminina, segundo Jucá, tem seu principal componente na violência. "É nessa faixa etária, entre os indivíduos do sexo masculino, que se encontram as mais altas taxas de mortalidade por causas violentas, homicídios e acidentes em geral", comentou. Em relação às mulheres, o senador disse que o problema reside na gravidez precoce, que as força a abandonar os estudos e dificulta o ingresso no mercado de trabalho.
- São dois problemas sociais da mais alta gravidade, que temos a responsabilidade de abordar e a obrigação de dar solução - afirmou.
Em termos espaciais, Jucá informa que a Região Norte lidera a taxa de crescimento anual da população jovem, com índice de 3,3%. Em seguida vêm o Centro-Oeste, com 2,2%, o Sudeste, com 1,8%, o Nordeste, com 1,6% e o Sul, com apenas 0,8%. Embora o Sudeste se destaque em volume populacional, o senador pefelista defende que as ações públicas para esse segmento se concentrem no Norte e Centro-Oeste, onde o crescimento é mais explosivo e a pressão por serviços sociais mais forte.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
MAIS NOTÍCIAS SOBRE:
Primeira página
Últimas
02/01/2026 12h46
Plenário vai avaliar redução da jornada de trabalho, aprovada na CCJ
02/01/2026 11h52
Sancionada LDO de 2026, com veto a reajuste do Fundo Partidário