PROFUNDO PESAR PELA MORTE DO EX-SENADOR MÁRIO MAIA
Da Redação | 02/08/2000, 00h00
Por iniciativa do senador Nabor Júnior (PMDB-AC), o plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (dia 1º) a inserção em ata de profundo pesar pelo falecimento do ex-deputado federal e ex-senador Mário Maia e o envio de condolências à família e ao estado do Acre. O senador também requereu a transcrição, nos anais da Casa, de artigo de sua autoria publicado no último domingo (dia 30) pelo jornal A Gazeta, intitulado "A morte do Gafanhoto", um dos apelidos pelo qual Mário Maia era conhecido e dos que mais lhe agradava, como também o de "Velho Guerreiro".
Nascido em 1925, Mário Maia sofreu um infarto fulminante quando visitava os internos da enfermaria infantil da Fundação Hospitalar do Acre. É emblemático, na opinião de Nabor Júnior, que o ex-senador tenha morrido no exercício de sua vocação maior, a medicina, "quando cobria a escala de uma colega, impedida, por problemas de saúde, de assumir o posto".
Na justificação do seu requerimento, Nabor Júnior destacou que Mário Maia iniciou sua vida pública como suplente de deputado federal em outubro de 1962, quando o Acre foi elevado à categoria de estado-membro. Eleito pelo PTB, assumiu o mandato em 1963 e, com a extinção dos partidos políticos e a instauração do bipartidarismo, em 1965, ingressou no MDB. Em 1969, com o Ato Institucional nº 5, Mário Maia foi um dos que tiveram seus direitos políticos cassados por dez anos. Com a redemocratização, Mário Maia voltou a ser eleito, desta vez para o Senado e pelo PMDB, em 1982. Em 1991, filiou-se ao PDT.
Nascido em 1925, Mário Maia sofreu um infarto fulminante quando visitava os internos da enfermaria infantil da Fundação Hospitalar do Acre. É emblemático, na opinião de Nabor Júnior, que o ex-senador tenha morrido no exercício de sua vocação maior, a medicina, "quando cobria a escala de uma colega, impedida, por problemas de saúde, de assumir o posto".
Na justificação do seu requerimento, Nabor Júnior destacou que Mário Maia iniciou sua vida pública como suplente de deputado federal em outubro de 1962, quando o Acre foi elevado à categoria de estado-membro. Eleito pelo PTB, assumiu o mandato em 1963 e, com a extinção dos partidos políticos e a instauração do bipartidarismo, em 1965, ingressou no MDB. Em 1969, com o Ato Institucional nº 5, Mário Maia foi um dos que tiveram seus direitos políticos cassados por dez anos. Com a redemocratização, Mário Maia voltou a ser eleito, desta vez para o Senado e pelo PMDB, em 1982. Em 1991, filiou-se ao PDT.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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