MARIA DO CARMO LEMBRA OS 40 ANOS DA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA
Da Redação | 24/11/1999, 00h00
Ao lembrar o 40º aniversário da Declaração Universal dos Direitos da Criança, ocorrido no dia 20, a senadora Maria do Carmo Alves (PFL-SE) disse que muito dos compromisssos contidos no documento são ostensivamente violados em todo o mundo, embora mais de 180 países já tenham assinado a declaração comprometendo-se a respeitar os direitos fundamentais da criança.
- São milhões que não têm acesso à escola, os que em vez de estudar e brincar trabalham duro, muitas vezes em condições desumanas, enquanto outros sofrem toda sorte de abusos. Os conflitos armados, de motivações mais escusas do que patrióticas, promovidos no mundo, mataram ou mutilaram, entre civis, milhões de crianças - denunciou.
Maria do Carmo disse que a face mais cruel dessas guerras é o alicimento de crianças e adolescentes entre sete e 18 anos para as frentes de batalha e a guerrilha. Segundo a senadora, mais de 120 mil crianças encontram-se nesta situação na África, na Ásia e em outros continentes.
- É triste a sorte de um país que não cuida de suas crianças - alertou a senadora, observando que embora a situação do Brasil não esteja entre as piores, o país tem um grande contingente de menores abandonados e de crianças que trabalham em condições desumanas, além daquelas expostas à violência doméstica e outros maus tratos.
A senadora destacou, ainda, como um dos problemas mais sérios do país nesta área a vulnerabilidade dos jovens no que diz respeito ao envolvimento com o mundo das drogas, que classificou como "o flagelo deste século".
- A janela que a CPI do Narcotráfico abriu para visualizarmos a dimensão e profundidade do enraizamento dos tentáculos desta maldita atividade em nosso país e em nossa sociedade é um veemente alerta para os perigos que correm as nossas crianças, os nossos jovens e a sociedade como um todo - concluiu.
- São milhões que não têm acesso à escola, os que em vez de estudar e brincar trabalham duro, muitas vezes em condições desumanas, enquanto outros sofrem toda sorte de abusos. Os conflitos armados, de motivações mais escusas do que patrióticas, promovidos no mundo, mataram ou mutilaram, entre civis, milhões de crianças - denunciou.
Maria do Carmo disse que a face mais cruel dessas guerras é o alicimento de crianças e adolescentes entre sete e 18 anos para as frentes de batalha e a guerrilha. Segundo a senadora, mais de 120 mil crianças encontram-se nesta situação na África, na Ásia e em outros continentes.
- É triste a sorte de um país que não cuida de suas crianças - alertou a senadora, observando que embora a situação do Brasil não esteja entre as piores, o país tem um grande contingente de menores abandonados e de crianças que trabalham em condições desumanas, além daquelas expostas à violência doméstica e outros maus tratos.
A senadora destacou, ainda, como um dos problemas mais sérios do país nesta área a vulnerabilidade dos jovens no que diz respeito ao envolvimento com o mundo das drogas, que classificou como "o flagelo deste século".
- A janela que a CPI do Narcotráfico abriu para visualizarmos a dimensão e profundidade do enraizamento dos tentáculos desta maldita atividade em nosso país e em nossa sociedade é um veemente alerta para os perigos que correm as nossas crianças, os nossos jovens e a sociedade como um todo - concluiu.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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