RAMEZ TEBET COBRA PROVIDÊNCIAS DO GOVERNO CONTRA EMPRESA NOVOESTE
Da Redação | 16/11/1999, 00h00
A privatização da Noroeste do Brasil, especialmente do trecho Bauru (SP)/Corumbá (MS), comprado pela empresa norte-americana Novoeste, "foi uma das privatizações fracassadas", conforme disse nesta terça-feira (dia 16) o senador Ramez Tebet (PMDB-MS), ao exigir providências do governo para que a empresa cumpra suas obrigações contratuais.
- A Novoeste acabou de sucatear a Noroeste. Os trens de passageiros e os vagões de carga estão apodrecendo, as oficinas estão no completo abandono. A Novoeste não fez absolutamente nada e não há providência alguma do governo para que o contrato de privatização seja cumprido - protestou.
A ferrovia é tão importante para Mato Grosso do Sul que sua história confunde-se com a do desenvolvimento do estado, sendo especialmente fundamental para a região do Pantanal mato-grossense e o futuro do ecoturismo, argumentou o senador.
Além do protesto, Tebet registrou como "fato auspicioso" o início da obra de construção de contorno ferroviário na capital do estado, Campo Grande, com a retirada dos trilhos da Noroeste do centro da capital, fonte de inúmeros acidentes e mortes. A obra, com investimentos estimados em R$ 50 milhões, será realizada em parceria da Prefeitura de Campo Grande com o Ministério dos Transportes - que já liberou R$ 2 milhões - e teve o empenho de toda a bancada federal do estado, afirmou o senador.
Em aparte, o senador Romeu Tuma (PFL-SP) salientou que a deterioração do sistema ferroviário nacional está na contramão das necessidades do país - que poderia ter maior competitividade para seus produtos no mercado internacional - e da importância que é dada a esse tipo de transporte pelos países desenvolvidos. Também aparteando, o senador Alberto Silva (PMDB-PI) relatou que o rebaixamento de trilhos realizado em Teresina poderia ser avaliado pela prefeitura de Campo Grande.
- A Novoeste acabou de sucatear a Noroeste. Os trens de passageiros e os vagões de carga estão apodrecendo, as oficinas estão no completo abandono. A Novoeste não fez absolutamente nada e não há providência alguma do governo para que o contrato de privatização seja cumprido - protestou.
A ferrovia é tão importante para Mato Grosso do Sul que sua história confunde-se com a do desenvolvimento do estado, sendo especialmente fundamental para a região do Pantanal mato-grossense e o futuro do ecoturismo, argumentou o senador.
Além do protesto, Tebet registrou como "fato auspicioso" o início da obra de construção de contorno ferroviário na capital do estado, Campo Grande, com a retirada dos trilhos da Noroeste do centro da capital, fonte de inúmeros acidentes e mortes. A obra, com investimentos estimados em R$ 50 milhões, será realizada em parceria da Prefeitura de Campo Grande com o Ministério dos Transportes - que já liberou R$ 2 milhões - e teve o empenho de toda a bancada federal do estado, afirmou o senador.
Em aparte, o senador Romeu Tuma (PFL-SP) salientou que a deterioração do sistema ferroviário nacional está na contramão das necessidades do país - que poderia ter maior competitividade para seus produtos no mercado internacional - e da importância que é dada a esse tipo de transporte pelos países desenvolvidos. Também aparteando, o senador Alberto Silva (PMDB-PI) relatou que o rebaixamento de trilhos realizado em Teresina poderia ser avaliado pela prefeitura de Campo Grande.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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