Presidente da CMO e líder da oposição criticam teto de gastos

04/12/2017, 08h02 - ATUALIZADO EM 04/12/2017, 13h29

O Orçamento de 2018 é o primeiro elaborado sob efeito da emenda constitucional que limitou as despesas do governo (Emenda Constitucional 94). O presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), senador Dário Berger (PMDB-SC), lamentou não poder utilizar as chamadas ‘sobras do orçamento’ para obras ou serviços, uma vez que esse dinheiro deve voltar aos cofres do Tesouro Nacional. Ele lamentou que a preocupação com a questão fiscal tenha se sobreposto à priorização das necessidades dos cidadãos. "Certamente, nos próximos anos, vamos nos deparar com uma situação bastante complexa e que certamente vai necessitar um ajuste dessa PEC que nós estabelecemos”. O líder da oposição na CMO, deputado Bohn Gass (PT-RS), defendeu a revisão imediata do teto de gastos. Já o relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), considera a medida necessária para a economia, como informa o repórter da Rádio Senado, Carlos Penna Brescianini.



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