Jorge Viana avalia que COP-23 revela avanços, mas sinaliza alguns retrocessos

20/11/2017, 08h19 - ATUALIZADO EM 20/11/2017, 21h46

O presidente da Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso (CMMC), senador Jorge Viana (PT-AC),  avalia que a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 23), que terminou na sexta-feira (17) em Bonn, na Alemanha, foi marcada por avanços, mas com sinalização de retrocessos. Ele sustenta que o desafio brasileiro é enorme por ser um país que tem uma grande biodiversidade, mas é também o sétimo maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Viana disse que ficou triste quando o Brasil ganhou durante a conferência o título de “Fóssil do Dia” por dar isenção de R$ 1 trilhão às petroleiras do mundo. Ele afirmou, no entanto, ter ficado contente com a redução pelo Brasil de 16% na taxa de desmatamento. A repórter Paula Groba, enviada especial da Secretaria de Comunicação do Senado à Alemanha, faz um balanço da COP23.



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