Chico Mendes, a voz da floresta
Assassinato de Chico Mendes, há 30 anos, fez mundo enxergar meio ambiente
Reportagem da Rádio Senado conta história do seringueiro do Acre e sua luta internacional contra destruição da Amazônia
A execução de Chico Mendes completou 30 anos. Ele foi assassinado na virada de 1988 para 1989, em Xapuri (AC), a mando de fazendeiros que se sentiam prejudicados pela campanha do seringueiro contra o desmatamento da Floresta Amazônica. Foi um dos crimes que mais chocaram o mundo na década de 1980.
Ao longo da semana que vem, a Rádio Senado leva ao ar a reportagem especial “Chico Mendes, a voz da floresta”, que apresenta a história do seringueiro e mostra que o legado deixado por ele é sentido até hoje. De acordo com especialistas, foi a repercussão internacional do assassinato que fez o mundo finalmente começar a proteger o meio ambiente.
A reportagem explica de que maneira Chico Mendes deixou de ser um seringueiro comum dos confins da Amazônia e passou a ser o ativista ambiental mais famoso do mundo. Com base em documentos históricos do Arquivo do Senado, também mostra como os senadores da época reagiram ao assassinato.
Para produzir “Chico Mendes, a voz da floresta”, a Rádio Senado entrevistou a ex-senadora e ex-ministra Marina Silva e a antropóloga Mary Allegretti. As duas foram amigas do seringueiro e atuaram na floresta ao lado dele.

1ª parte
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2ª parte
| 04:22 | |
3ª parte
| 04:52 | |
4ª parte
| 04:49 | |
5ª parte
| 05:42 |