Plenário deve votar acordo de defesa entre Brasil e Eslovênia
Seguiu para análise do Plenário o acordo de cooperação entre Brasil e Eslovênia na área da defesa (PDL 293/2024). Já aprovado na Câmara dos Deputados, o texto prevê a compra e venda de produtos de defesa, pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e a troca de conhecimentos entre os dois países. Relatora designada, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) disse que a relação bilateral tem sido marcada por cooperação e alinhamento em vários temas importantes.

Transcrição
O acordo de cooperação em defesa entre o Brasil e a Eslovênia prevê a compra e venda de produtos de defesa, pesquisa e desenvolvimento de tecnologias, além da troca de conhecimentos entre os dois países.
Relatora designada, a senadora Tereza Cristina, do Progressistas de Mato Grosso do Sul, destacou que a parceria aproxima o Brasil de um país estrategicamente localizado no centro da Europa; e ainda vai ajudar a diversificar os parceiros na área de defesa diante de um cenário internacional instável.
Tereza lembrou que o Brasil foi um dos primeiros países a reconhecer a independência da Eslovênia em 1992.
Até então, a nação eslovena era integrante da República Socialista Federativa da Iugoslávia.
Ela disse que a relação bilateral tem sido marcada por cooperação e alinhamento em temas como desenvolvimento sustentável, direitos humanos, meio ambiente, segurança, paz além do fortalecimento do sistema multilateral.
(senadora Tereza Cristina) "O texto em análise prevê que as partes se comprometam a respeitar os princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas. Outros pontos que merecem atenção no acordo são aqueles ligados a pesquisa e desenvolvimento de tecnologia de defesa, bem como a produção e aquisição desses produtos. É patente a necessidade que o Brasil enfrenta para diversificar parceiros em produtos de defesa, tendo em vista a dificuldade do desenvolvimento autônomo desse tipo de tecnologia e da inconveniência, ou mesmo perigo, de se confiar em apenas um ou poucos parceiros internacionais que nos garantam os meios necessários à proteção da nossa soberania."
Assinado em 2023, o acordo já foi aprovado pela Câmara dos Deputados. Da Rádio Senado, Cesar Mendes.

