Sessão especial marca participação do Senado na Campanha Outubro Rosa — Rádio Senado
Prevenção

Sessão especial marca participação do Senado na Campanha Outubro Rosa

Uma sessão especial nesta quarta-feira (25) marcou a participação do Senado na Campanha Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama. Parlamentares, profissionais de saúde e representantes de entidades de luta contra a doença defenderam a ampliação do acesso a mamografias e ressaltaram a importância do diagnóstico precoce para aumentar as chances de cura. O Instituto Nacional de Câncer estima que em 2023 serão registrados cerca de 73 mil novos casos de câncer de mama no Brasil.

25/10/2023, 13h51
Duração de áudio: 01:43
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Transcrição
A CAMPANHA OUTUBRO ROSA FOI CELEBRADA PELO SENADO EM SESSÃO ESPECIAL NESTA QUARTA-FEIRA. PARTICIPANTES DEFENDERAM A AMPLIAÇÃO DO ACESSO A MAMOGRAFIAS E A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER DE MAMA. REPÓRTER MARCELA DINIZ: A sessão que marcou a participação do Senado na Campanha Outubro Rosa contou com a participação de parlamentares, profissionais de saúde, representantes de entidades de luta contra o câncer e de mulheres como a Maria José Felix, colaboradora do Senado que enfrentou um câncer de mama em 2017: Que as pessoas se cuidem, que façam o autoexame, que também que faça a mamografia porque tudo descoberto a tempo tem jeito. A senadora Augusta Brito, do PT do Ceará, também falou sobre a importância da prevenção ao câncer de mama e da necessidade de a mulher reservar um tempo para cuidar da saúde: A gente precisa parar, precisa se olhar, precisa se cuidar. O câncer de mama, nós sabemos, ele tem cura. Se ele for diagnosticado com antecedência, a cura é ainda mais fácil. A médica Karimi Amaral, da Sociedade Brasileira de Mastologia, defendeu a ampliação do acesso aos exames de mamografia e enfatizou a importância do diagnóstico precoce da doença: Quando eu faço um diagnóstico de uma lesão que não é palpável, tem mais de 95% de chance de cura. Então, é importante que o diagnóstico seja precoce. Os mamógrafos no Brasil, tanto na rede privada como na rede pública, ainda são subutilizados. Quando eu conto isso, as pessoas não acreditam: existem mamógrafos parados. O Instituto Nacional de Câncer estima que em 2023 serão registrados cerca de 73 mil novos casos de câncer de mama no Brasil. Entre 60 e 70% dos casos, as pacientes não se encaixavam no quadro de fatores de risco, como histórico familiar da doença ou tabagismo, por exemplo. Da Rádio Senado, Marcela Diniz.

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