CAE pode autorizar deduções fiscais para cinema independente até 2024 — Rádio Senado
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CAE pode autorizar deduções fiscais para cinema independente até 2024

A Comissão de Assuntos Econômicos pode votar nesta terça-feira (4) a possibilidade de dedução, no imposto de renda, de investimentos e patrocínios a filmes independentes nacionais (PL 5103/2019). A renúncia fiscal é estimada em 90 milhões de reais por ano. O relator, senador Dário Berger (MDB-SC), defendeu que é preciso garantir ao setor as condições para sobreviver e continuar produzindo. A reportagem é de Bruno Lourenço.

03/02/2020, 17h36 - ATUALIZADO EM 03/02/2020, 18h59
Duração de áudio: 01:13
Foto: Reprodução

Transcrição
LOC: A COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS PODE VOTAR NESTA TERÇA-FEIRA A POSSIBILIDADE DE DEDUÇÃO, NO IMPOSTO DE RENDA, DE INVESTIMENTOS E PATROCÍNIOS A FILMES INDEPENDENTES NACIONAIS. LOC: A RENÚNCIA FISCAL É ESTIMADA EM 90 MILHÕES DE REAIS POR ANO. A REPORTAGEM É DE BRUNO LOURENÇO: TÉC: O incentivo acabou em dezembro passado. O projeto de lei, originalmente, estendia até 2024 a possibilidade de deduzir do imposto de renda investimentos e patrocínios feitos a obras audiovisuais brasileiras de produção independente. O senador Dário Berger, do MDB de Santa Catarina, que foi o relator da proposta na Comissão de Educação, disse que esse apoio permitiu que o cinema brasileiro apresentasse uma evolução extraordinária. (Dário): Um país não se constrói só com uma infraestrutura, com estradas, energia, coisas dessa natureza, mas se constrói também com cultura, com educação, com música, com produção audiovisual. Para que possamos fornecer a essa atividade importante estratégica para o Brasil as condições necessárias para sobreviver, continuar produzindo e orgulhar cada vez mais o Brasil aqui no Brasil e no exterior. (Rep). Caso os incentivos sejam restabelecidos, o custo da renúncia fiscal é estimado em 90 milhões de reais ao ano. As deduções estavam previstas na Lei do Audiovisual e na Medida Provisória que criou a Agência Nacional do Cinema. Da Rádio Senado, Bruno Lourenço.

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