Boletim.leg - Edição das 22h — Rádio Senado
Boletim.leg

Boletim.leg - Edição das 22h

Combate ao crime organizado desafia o Poder Público e ganha prioridade no Senado em 2026; proposta garante acessibilidade a mulheres surdas na rede de saúde.

19/02/2026, 22h00
Duração de áudio: 05:30

Transcrição
COMBATE AO CRIME ORGANIZADO DESAFIA O PODER PÚBLICO E GANHA PRIORIDADE NO SENADO EM 2026 o destaque é a CPI do crime organizado, que investiga essas organizações para propor mudanças na legislação PROPOSTA GARANTE A MULHERES SURDAS ACESSIBILIDADE NA REDE DE SAÚDE ... EU SOU REGINA PINHEIRO E ESTE É O BOLETIM PONTO LEG A FORÇA NACIONAL FOI ENVIADA A CIDADES DO AMAZONAS PARA COMBATER O NARCOTRÁFICO E CRIMES AMBIENTAIS. NO SENADO, PROJETOS CONTRA O CRIME ORGANIZADO AVANÇAM E SÃO PRIORIDADE NESTE ANO. REPÓRTER MARCELLA CUNHA. As cidades do Amazonas Coari e Barcelos vão receber por 90 dias a Força Nacional, que vai ajudar a combater o crime organizado.  Os municípios são rota estratégica para o tráfico de drogas pelos Rios Negro e Solimões. Na abertura dos trabalhos do Legislativo, os Três Poderes definiram o combate ao crime organizado como uma das prioridades deste ano.   No caso do Senado, o destaque é a CPI do crime organizado, que investiga essas organizações para propor mudanças na legislação. O relator da comissão, senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe, também foi o relator do PL Antifacção que cria um fundo para financiar o combate ao crime organizado a partir da taxação das Bets. A gente cria uma nova fonte de financiamento, um fundo específico destinado apenas a investimentos no combate ao crime organizado. A gente faz também a integração entre as forças estaduais e federais em um modelo definido por lei. Tudo isso vai resultar num combate muito efetivo às facções e milícias e a gente espera que no resgate do Brasil. O projeto, que voltou para a Câmara dos Deputados, também prevê o confisco imediato de bens dessas organizações e amplia instrumentos de investigação para desarticular grupos criminosos. Outra proposta em análise pelo Congresso Nacional é a PEC da Segurança Pública, que busca integrar a União, estados e municípios. MULHERES SURDAS PODERÃO CONTAR COM ACESSIBILIDADE EM ATENDIMENTO NAS REDES PÚBLICA E PRIVADA DE SAÚDE. MAIS INFORMAÇÕES COM O REPÓRTER ALEXANDRE CAMPOS. Autora do projeto, a senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal, acredita que a medida vai garantir a participação plena dessas mulheres durante as consultas, o que, na opinião da senadora, fará com que elas interajam de maneira efetiva com a equipe médica nessas ocasiões. . Nós estamos falando de salvar vidas, de garantir que o atendimento de saúde seja humano de verdade. A nossa luta é por dignidade e por respeito a cada mulher deste país. se a proposta for aprovada e virar lei, o custo para garantir às mulheres surdas recursos de acessibilidde, tecnologias assistivas e apoio à comunicação em consultas médicas será de pouco mais de dois bilhões de reais a cada três anos.  APROVADAS PELA CÂMARA DOS DEPUTADOS, DUAS PROPOSTAS CHEGAM AO SENADO COM A PROMESSA DE AMPLIAR O ACESSO AO ENSINO SUPERIOR EM ÁREAS ESTRATÉGICAS PARA O PAÍS. DETALHES COM O REPÓRTER HENRIQUE NASCIMENTO. Dois projetos que criam novas universidades federais já estão no Senado. O primeiro institui a Universidade Federal Indígena, com sede em Brasília e possibilidade de campi em diferentes regiões do país, voltada para as especificidades culturais, territoriais e linguísticas dos povos indígenas, além da produção científica em diálogo com saberes tradicionais. O segundo trata da Universidade Federal do Esporte, com foco na integração entre ensino, pesquisa e extensão nas áreas de formação de atletas, gestão esportiva, saúde e educação. Para o atleta paralímpico Leomon Moreno, a iniciativa pode ampliar oportunidades e transformar vidas. Quando a gente alinha o esporte, a educação, transformando em cultura dentro do país, a gente constrói ótimos cidadãos, olhando principalmente para a pessoa em si e não para um detalhe. A senadora Leila Barros, do PDT do Distrito Federal, afirmou que o esporte vai além da formação de atletas e tem papel fundamental na promoção da cidadania. O esporte, ele é mais do que formar atletas. . Mas para além disso, a promoção da cidadania. Nós sabemos o que o esporte fez nas nossas vidas. Os projetos que criam as Universidades Federais Indígena e do Esporte seguem agora para análise nas comissões do Senado. OUTRAS NOTÍCIAS ESTÃO DISPONÍVEIS EM: SENADO.LEG.BR/RADIO.

Ao vivo
00:0000:00