Boletim.leg - Edição das 22h
Combate ao crime organizado desafia o Poder Público e ganha prioridade no Senado em 2026; proposta garante acessibilidade a mulheres surdas na rede de saúde.

Transcrição
COMBATE AO CRIME ORGANIZADO DESAFIA O PODER PÚBLICO E GANHA PRIORIDADE NO SENADO EM 2026
o destaque é a CPI do crime organizado, que investiga essas organizações para propor mudanças na legislação
PROPOSTA GARANTE A MULHERES SURDAS ACESSIBILIDADE NA REDE DE SAÚDE
... EU SOU REGINA PINHEIRO E ESTE É O BOLETIM PONTO LEG
A FORÇA NACIONAL FOI ENVIADA A CIDADES DO AMAZONAS PARA COMBATER O NARCOTRÁFICO E CRIMES AMBIENTAIS.
NO SENADO, PROJETOS CONTRA O CRIME ORGANIZADO AVANÇAM E SÃO PRIORIDADE NESTE ANO. REPÓRTER MARCELLA CUNHA.
As cidades do Amazonas Coari e Barcelos vão receber por 90 dias a Força Nacional, que vai ajudar a combater o crime organizado.
Os municípios são rota estratégica para o tráfico de drogas pelos Rios Negro e Solimões.
Na abertura dos trabalhos do Legislativo, os Três Poderes definiram o combate ao crime organizado como uma das prioridades deste ano.
No caso do Senado, o destaque é a CPI do crime organizado, que investiga essas organizações para propor mudanças na legislação.
O relator da comissão, senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe, também foi o relator do PL Antifacção que cria um fundo para financiar o combate ao crime organizado a partir da taxação das Bets.
A gente cria uma nova fonte de financiamento, um fundo específico destinado apenas a investimentos no combate ao crime organizado. A gente faz também a integração entre as forças estaduais e federais em um modelo definido por lei. Tudo isso vai resultar num combate muito efetivo às facções e milícias e a gente espera que no resgate do Brasil.
O projeto, que voltou para a Câmara dos Deputados, também prevê o confisco imediato de bens dessas organizações e amplia instrumentos de investigação para desarticular grupos criminosos.
Outra proposta em análise pelo Congresso Nacional é a PEC da Segurança Pública, que busca integrar a União, estados e municípios.
MULHERES SURDAS PODERÃO CONTAR COM ACESSIBILIDADE EM ATENDIMENTO NAS REDES PÚBLICA E PRIVADA DE SAÚDE. MAIS INFORMAÇÕES COM O REPÓRTER ALEXANDRE CAMPOS.
Autora do projeto, a senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal, acredita que a medida vai garantir a participação plena dessas mulheres durante as consultas, o que, na opinião da senadora, fará com que elas interajam de maneira efetiva com a equipe médica nessas ocasiões.
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Nós estamos falando de salvar vidas, de garantir que o atendimento de saúde seja humano de verdade. A nossa luta é por dignidade e por respeito a cada mulher deste país.
se a proposta for aprovada e virar lei, o custo para garantir às mulheres surdas recursos de acessibilidde, tecnologias assistivas e apoio à comunicação em consultas médicas será de pouco mais de dois bilhões de reais a cada três anos.
APROVADAS PELA CÂMARA DOS DEPUTADOS, DUAS PROPOSTAS CHEGAM AO SENADO COM A PROMESSA DE AMPLIAR O ACESSO AO ENSINO SUPERIOR EM ÁREAS ESTRATÉGICAS PARA O PAÍS. DETALHES COM O REPÓRTER HENRIQUE NASCIMENTO.
Dois projetos que criam novas universidades federais já estão no Senado.
O primeiro institui a Universidade Federal Indígena, com sede em Brasília e possibilidade de campi em diferentes regiões do país, voltada para as especificidades culturais, territoriais e linguísticas dos povos indígenas, além da produção científica em diálogo com saberes tradicionais.
O segundo trata da Universidade Federal do Esporte, com foco na integração entre ensino, pesquisa e extensão nas áreas de formação de atletas, gestão esportiva, saúde e educação.
Para o atleta paralímpico Leomon Moreno, a iniciativa pode ampliar oportunidades e transformar vidas.
Quando a gente alinha o esporte, a educação, transformando em cultura dentro do país, a gente constrói ótimos cidadãos, olhando principalmente para a pessoa em si e não para um detalhe.
A senadora Leila Barros, do PDT do Distrito Federal, afirmou que o esporte vai além da formação de atletas e tem papel fundamental na promoção da cidadania.
O esporte, ele é mais do que formar atletas. . Mas para além disso, a promoção da cidadania. Nós sabemos o que o esporte fez nas nossas vidas.
Os projetos que criam as Universidades Federais Indígena e do Esporte seguem agora para análise nas comissões do Senado.
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