Boletim.leg - Edição das 14h
Senador diz que sanção da novaLei do Licenciamento Ambiental especial pode destravar obras no país. Senado pode transformar em lei reserva de vagas em contratações públicas para vítimas de violência.

Transcrição
SENADOR DIZ QUE SANÇÃO DA NOVA LEI DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL ESPECIAL PODE DESTRAVAR OBRAS NO PAÍS
vai destravar este país de milhares de obras que estão paralisadas, que prejudicam o nosso país pelo imobilismo. Esta lei que libertará o Brasil.
SENADO PODE TRANSFORMAR EM LEI RESERVA DE VAGAS EM CONTRATAÇÕES PÚBLICAS PARA VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA
... EU SOU MARLUCI RIBEIRO E ESTE É O BOLETIM PONTO LEG
SENADOR DESTACA QUE NOVA LEI DO LICENCIAMENTO ESPECIAL PODE DESTRAVAR GRANDES OBRAS DE INFRAESTRUTURA E AGILIZAR A RECONSTRUÇÃO DE RODOVIAS EM TODO O PAÍS. REPÓRTER MARINA DANTAS.
A NOVA LEI DO LICENCIAMENTO ESPECIAL PROMETE DESTRAVAR GRANDES OBRAS DE INFRAESTRUTURA E AGILIZAR A RECONSTRUÇÃO DE RODOVIAS EM TODO O PAÍS.
A NORMA ESTABELECE PRAZOS PARA GARANTIR RAPIDEZ SEM ABRIR MÃO DO RIGOR ECOLÓGICO. REPÓRTER MARINA DANTAS.
Sancionada pelo presidente Lula, a Lei do Licenciamento Ambiental Especial prevê que empreendimentos de grande relevância, como a reconstrução de rodovias, terão prioridade na análise e concessão de licenças.
A norma também define prazos para apresentação de documentos pelas empresas e das licenças pelos órgãos públicos.
A lei ainda introduz conceitos sobre medidas preventivas e mitigadoras, além de atualizar diretrizes para atividades de dragagem.
Restrições específicas são mantidas para proteger territórios vulneráveis, como terras indígenas e unidades de conservação.
O líder do MDB, senador Eduardo Braga, do Amazonas, destacou que a nova lei vai agilizar obras de infraestrutura no país.
(Eduardo Braga): "Esta Casa votou e aprovou uma medida provisória, transformada agora em lei de conversão, sobre o licenciamento ambiental especial, que vai destravar este país de inúmeras, de milhares de obras que estão paralisadas, que prejudicam o nosso país pelo imobilismo. Esta lei que libertará o Brasil e gerará milhares de empregos na nossa economia."
A nova lei substitui o trecho vetado do projeto original, que previa uma análise em fase única, por um licenciamento mais ágil e tecnicamente mais rigoroso.
A COMISSÃO MISTA DE ORÇAMENTO VAI VOTAR NO ANO QUE VEM A LIBERAÇÃO DE RECURSOS PARA AÇÕES DE PREVENÇÃO, CONTROLE E COMBATE A INCÊNDIOS FLORESTAIS. REPÓRTER ALEXANDRE CAMPOS.
A COMISSÃO MISTA DE ORÇAMENTO VAI VOTAR NO ANO QUE VEM A LIBERAÇÃO DE RECURSOS PARA AÇÕES DE PREVENÇÃO, CONTROLE E COMBATE A INCÊNDIOS FLORESTAIS.
SERÃO BENEFICIADOS ESPECIALMENTE O PANTANAL E A AMAZÔNIA EM CUMPRIMENTO À DECISÃO JUDICIAL PELA OMISSÃO DE ESTADOS E DA UNIÃO NA PROTEÇÃO DESSES DESSES BIOMAS. REPÓRTER ALEXANDRE CAMPOS.
Após o recesso parlamentar, a Comissão Mista de Orçamento deve analisar a medida provisória que libera R$ 60 milhões para o Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática a serem usados na prevenção, controle e combate de incêndios florestais em áreas federais, além de fiscalização ambiental na Amazônia e no Pantanal,
Para o autor do projeto que deu origem ao Estatuto do Pantanal, o senador Wellington Fagundes, do PL de Mato Grosso, apesar de pouco, o dinheiro é necessário.
Mas ele ressaltou que a liberação foi feita na época das chuvas após a temporada crítica de incêndios, o que revela a falta de planejamento do governo.
No caso do Pantanal, essa fragilidade é ainda mais clara. Apesar de sua importância ambiental, social e econômica, o Bioma não conta com uma política federal robusta e permanente, voltada à prevenção de incêndios e ao desenvolvimento sustentável da região.
Apesar de considerar o valor insuficiente, o senador José Lacerda, do PSD de Mato Grosso, avalia que os 60 milhões de reais já representam um ajuda para o combate ao desmatamento.
Para desenvolver as suas atividades na proteção e recuperação da biodiversidade, combate ao desmatamento e incêndio, prevenção e controle de incêndios florestais nas áreas federais, controle e fiscalização ambiental.
Depois de analisada pela Comissão Mista de Orçamento, a medida provisória será votada pelos Plenários da Câmara dos Deputados e Senado.
SENADORA QUER TRANSFORMAR EM LEI UM DECRETO DO GOVERNO FEDERAL QUE RESERVA 8% DAS VAGAS NAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS DE MÃO DE OBRA PARA MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA. REPÓRTER RAÍSSA ABREU.
A SENADORA MARA GABRILLI QUER TRANSFORMAR EM LEI A RESERVA QUE 8% DAS VAGAS NAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS DE MÃO DE OBRA PARA MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA.
JÁ ADOTADA PELO GOVERNO FEDERAL, A PROPOSTA FAZ PARTE DO PACOTE DE MEDIDAS PARA APERFEIÇOAR O COMBATE AO FEMINICÍDIO. REPÓRTER RAÍSSA ABREU.
Segundo pesquisa do DataSenado, mais de 30% das mulheres que declararam ter sido vítimas de violência doméstica ou familiar afirmaram não conseguir se sustentar.
De olho nesta dependência financeira, a senadora Mara Gabrilli, do PSD de São Paulo, apresentou um projeto que reserva 8% das vagas em contratações públicas para essas vítimas.
A proposta ainda prioriza as mulheres negras, pardas e com deficiência, além de incluir mulheres trans e travestis.
Queremos contribuir concretamente para oferecer independência econômica a milhões de mulheres, para que consigam romper esse ciclo de violência e sair da relação abusiva, de todas essas relações abusivas.
A reserva de vagas para vítimas de violência doméstica já é uma prática do governo federal desde 2023.
Mas o decreto precisa ser transformado em lei para ser preservado.
O projeto será analisado pela Comissão de Direitos Humanos na volta do recesso legislativo.
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