Inácio Arruda relata visita à obra de transposição do Rio São Francisco
Da Redação | 12/03/2013, 19h20
Em discurso no Plenário nesta terça-feira (12), o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) comemorou a retomada das obras de transposição e revitalização do Rio São Francisco.
O senador é membro da comissão temporária criada para acompanhar os programas de transposição do rio, conhecido como Velho Chico. O senador informou que, nos últimos dia 7 e 8 de março, a comissão realizou uma visita ao eixo norte da obra, na companhia do ministro da Integração, Fernando Bezerra, e de representantes de órgãos de controle. Os senadores Humberto Costa (PT-PE), Vital do Rêgo (PMDB-PB) e Cícero Lucena (PSDB-PB), integrantes da comissão, também participaram da visita.
- As obras foram retomadas e isso é muito importante. São milhares de pessoas trabalhando, até em regime integral em alguns trechos – informou.
Inácio Arruda ressaltou a complexidade da engenharia do projeto e elogiou o trabalho de técnicos ambientais, que estão trabalhando no registro da fauna e da flora da região atingida pela obra. O senador disse que a obra é importante para amenizar os efeitos da seca na região. Ele ressaltou que o período de estiagem vai continuar existindo, porque faz parte da natureza, mas as condições de convivência serão melhoradas.
De acordo com Inácio Arruda, a transposição pode beneficiar mais de 12 milhões de pessoas. Ele acrescentou que o projeto tem um impacto muito positivo, mas lamentou que a obra ainda não tenha sido entregue.
- Agora parece que estamos numa marcha mais adequada, precisa de um pouco mais de velocidade. Então, nós pedimos pressa. A pressa aqui não é favor, é uma obrigação com a nossa região – cobrou o senador.
ICMS
Inácio Arruda disse, ainda, que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é um dos principais impostos do país e uma ferramenta para que os estados realizem uma política fiscal mais efetiva.
- É com esse tributo que o Ceará, por exemplo, tem conseguido atrair algumas centenas de empresas nas duas últimas décadas e criar milhares de empregos – afirmou.
O senador disse que os debates na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) sobre o assunto são positivos, mas admitiu que ainda não há consenso entre os parlamentares. Ele acrescentou que a atuação do governo em relação ao tema tem de ser para ajudar quem é mais fraco, pois quem é forte não precisa de ajuda.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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