Dadá se resume ao silêncio e é dispensado pela CPI

Da Redação | 24/05/2012, 12h38

Como já havia antecipado o advogado Leonardo Gagno, responsável pela defesa de Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, ex-sargento da Aeronáutica, evocou o direito constitucional de permanecer em silêncio na CPI e foi dispensado pelo presidente do colegiado, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB). A comissão ouvirá em seguida , Jairo Martins de Souza, que também deverá permanecer calado.

Ao chegar ao Senado nesta quinta-feira (24), Gagno, afirmou que seu cliente é “peixe pequeno” nas atividades empresariais de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar um esquema de jogos ilegais, corrupção e tráfico de influência. Ele também avisou que Dadá e o outro cliente dele, Jairo Martins de Souza não responderiam às questões dos parlamentares.

Dadá, sargento da Aeronáutica, é suspeito de arregimentar policiais para atividades criminosas. Também é suspeito de ser “araponga” do grupo, mesma atividade atribuída a Jairo Martins de Souza. Já Garcez é apontado como um dos principais colaboradores da organização criminosa que seria comandada por Cachoeira e seria facilitador do grupo junto a agentes públicos, como as policiais civis e militares de Goiás.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)