Após Garcez, CPI ouve Dadá
Da Redação | 24/05/2012, 12h31
Diante de respostas evasivas do ex-vereador de Goiânia (GO) Wladmir Garcez às indagações dos parlamentares, a CPI que investiga as atividades de Carlos Cachoeira e suas relações com políticos decidiu encerrar o primeiro depoimento desta quinta-feira (24).
Orientado pelo seu advogado, Garcez evocou o direito constitucional de não produzir provas contra si mesmo e permaneceu em silêncio durante a maior parte do tempo. Ele limitou-se a repetir o que já havia afirmado em seu depoimento inicial.
Preso pela Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, Garcez é apontado pelas investigações como um dos principais colaboradores de Cachoeira, acusado de chefiar um esquema de jogos ilegais, corrupção e tráfico de influência. Em seu depoimento, Garcez negou qualquer envolvimento com o esquema.
O segundo a depor nesta quinta-feira é o ex-sargento da Aeronáutica Dadá, acusado de ser “araponga” do grupo chefiado por Cachoeira.
Vice-presidência
A pedido da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) marcou para a reunião da próxima terça-feira a eleição do vice-presidente do colegiado.
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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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