Paim comenta combate ao câncer no Brasil

Da Redação | 26/11/2010, 12h27


O Dia Nacional de Combate ao Câncer, celebrado oficialmente no dia 27 de novembro, foi lembrado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), nesta sexta-feira (26). O parlamentar pelo Rio Grande do Sul explicou, no plenário do Senado, que a data foi criada para ampliar o conhecimento da população sobre o tratamento e a prevenção da doença.

- Nesse dia são desenvolvidos projetos educativos, de conscientização da população acerca da doença e dos seus riscos. Um símbolo dessa luta são laços vermelhos afixados nas roupas - afirmou Paim, da tribuna.

O senador destacou que o câncer é a segunda causa de morte por doença no Brasil e ressaltou o trabalho do Instituto Nacional do Câncer (Inca) no desenvolvimento e na coordenação de ações integradas para a prevenção e controle do câncer. O Inca é vinculado ao Ministério da Saúde.

- Informo que todo cidadão e cidadã pode ser um voluntário do Inca. Sua missão é contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e seus acompanhantes. Atualmente, o Inca conta com mais de 700 voluntários - concluiu Paim.

Em aparte, o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) defendeu a realização de "uma grande cruzada nacional pela reforma no sistema de saúde do Brasil". Já Mão Santa (PSC-PI) lamentou a situação da saúde no Brasil.

- A saúde está boa só para quem tem dinheiro ou um bom plano de saúde - declarou Mão Santa.

 Policiais

Paim também defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300, que estabelece o piso salarial nacional para policiais civis, militares e bombeiros. A proposta está na Câmara dos Deputados e ainda deverá passar pelo Senado.

- Que se construa um entendimento. Não dá para fugir desse debate. O que é inadmissível é que um policial do Rio Grande do Sul ganhe R$ 1 mil como piso e em Brasília ganhe R$ 4 mil. A gente precisa valorizar os policiais - assinalou Paim.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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