Mão Santa abre homenagem pelos 15 anos da Rede Vida

Da Redação | 21/06/2010, 15h39

Presidindo os trabalhos do Plenário na tarde desta segunda-feira (21), o senador Mão Santa (PMDB-PI) abriu a homenagem que o Senado prestou pelo transcurso do aniversário de 15 anos da Rede Vida de Televisão destacando que, antes do surgimento da emissora, o Brasil vivia uma situação paradoxal. País com o maior número de católicos em todo o mundo, não dispunha de uma rede de televisão compromissada com aquela religião.

- Ao contrário, grande parte da programação oferecida por emissoras brasileiras em nada contribuía para a educação, para a dignidade da pessoa humana, nem para a elevação dos padrões éticos e morais do povo brasileiro. Muitas vezes ficamos chocados com uma programação que privilegia a violência, a pornografia, a criminalidade, contribuindo para deseducar a infância e a juventude e preparar a banalização do crime e de condutas moralmente condenáveis - afirmou Mão Santa.

O senador pelo Piauí observou que sem objetivos éticos, os meios de comunicação social podem se destinar apenas a interesses políticos, ideológicos e econômicos "mesquinhos e egoístas". Mais do que uma emissora de televisão dedicada aos que professam a fé católica a Rede Vida, na opinião de Mão Santa, contribui para a melhoria dos padrões éticos e de qualidade dos programas de TV.

Participaram da solenidade realizada em Plenário, na hora do expediente, o presidente da Rede Vida de Televisão, João Monteiro de Barros Filho; o presidente da diretoria executiva do Instituto Brasileiro de Comunicação Cristão (Inbrac), Marcelo Aparecido Coutinho da Silva; e o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. A homenagem foi requerida pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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