Congresso das associações Pestalozzi debate adequação do mercado de trabalho para pessoas com deficiência
Da Redação | 03/09/2008, 12h32
O mercado de trabalho deve criar alternativas de encaminhamento produtivo da pessoa com deficiência que permitam explorar suas potencialidades, avaliou o assessor técnico da Associação Pestalozzi de Campo Grande, João Carlos de Andrade, no 12º Congresso da Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenasp). Presente ao encontro, o senador Renato Casagrande (PSB-ES) colocou-se à disposição para ajudar no encaminhamento da pauta de questões nacionais defendidas pela entidade.
- Sei da necessidade de apoio político que as [Associações] Pestalozzi precisam. Quero me colocar à disposição da Federação Nacional [das Sociedades Pestalozzi], porque sei que a federação precisa de um grupo de parlamentares que conheça e entenda o trabalho de vocês e, sobretudo, que saiba da importância desse trabalho - disse Casagrande nesta quarta-feira (3).
O segundo dia de debates do congresso começou com a palestra "A Formação Laborativa da Pessoa com Deficiência: Rompendo Paradigmas no Mercado de Trabalho", apresentada por João Carlos de Andrade.
Em seguida, após a manifestação de Renato Casagrande, foi formada uma mesa-redonda para discutir o tema "Direitos à Saúde sob a Égide da Eqüidade". Participaram desse debate o procurador da República Humberto Jacques de Medeiros e o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior. O moderador foi o presidente da Federação das Associações Pestalozzi do Maranhão, Murilo José Santos Silva.
O congresso, que é promovido neste ano pela Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas com Deficiência, prossegue nesta quinta-feira (4), com palestras a partir das 9h, no Auditório Petrônio Portela, do Senado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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