Renan classifica denúncia de "invencionice"
Da Redação | 04/12/2007, 19h59
"Não há nada que direta ou indiretamente envolva meu nome, não existe em nenhum contrato o meu nome, tudo é uma invencionice", garantiu o senador Renan Calheiros, que, da tribuna do Plenário, está apresentando seus argumentos pelos quais não deve ser cassado no processo que o acusa de utilizar "laranjas" para encobrir suposta participação em veículos de comunicação em Alagoas.
Segundo o senador por Alagoas, o próprio empresário João Lyra, em depoimento prestado ao corregedor, senador Romeu Tuma (DEM-SP), teria afirmado que a rádio e o jornal eram dele.
- Ora, se a rádio e o jornal eram dele, como dizer que eram minhas? Essa é uma pergunta que deixo na cabeça dos senhores. A acusação carece até mesmo da lógica mais elementar. Eu não precisaria ser sócio oculto de quem quer que fosse. A lei permite que parlamentar seja cotista de empresa de radiodifusão. Isso é lícito. A Constituição permite, o Código de Ética, também. O que não pode ser é proprietário ou sócio gerente - afirmou Renan Calheiros.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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