ACM protesta contra prisão de ex-prefeito de João Pessoa
Da Redação | 21/07/2005, 00h00
- O Brasil se transformou num aparelho policial que prende inocentes, invade empresas e escritórios de advocacia - acusou o senador baiano, ressalvando que os crimes têm que ser punidos, seja quem for o praticante.
Antônio Carlos cobrou da Polícia Federal o esclarecimento sobre a origem e sobre a finalidade dos R$ 200 mil e U$ 100 mil apreendidos com Adalberto Vieira da Silva, ex-assessor do deputado estadual José Nobre Guimarães (PT-CE), irmão do ex-presidente do PT José Genoíno. Ele também disse que é preciso esclarecer as relações entre a Telemar e a Gamecorp, empresa que tem o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre os seus sócios.
O senador ainda fez críticas à Controladoria Geral da União (CGU), dizendo que ela não fiscaliza os Correios, a Petrobras, a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) ou o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT).
Os senadores Heráclito Fortes (PFL-PI) e José Agripino (PFL-RN) respaldaram as queixas de Antônio Carlos e sugeriram que a prisão de Lucena pode ter sido motivada por razões políticas.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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